Desporto a Preto e Branco. o Lugar (ou o Não-lugar) da Raça na Construção da Cultura Visual Desportiva.

Por: Armando Vilas Boas e Teresa Lacerda.

X Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Os Jogos Olímpicos de 1936 constitue uma referência importante para a estética do desporto e, em particular, para a cultura visual desportiva. Dois acontecimentos converteram esta edição dos Jogos num marco que permite, deste ponto de vista, sinalizar o antes e o depois de 1936: as fotografias de Jesse Owens, o atleta afro-americano que conquistou quatro medalhas de ouro, negando a superioridade da raça ariana e, o filme Olympia, de Leni Riefenstahl, através do qual a realizadora se focalizou na estética do corpo desportivo, filmando-o dos mais diversos ângulos. No presente trabalho os autores procuram evidenciar que a qualidade da comunicação que se estabelece entre o observador e a imagem desportiva é potencializada pela pluralidade de corpos lidos à luz de um padrão identitário como é a cor da pele. Material e métodos: Para o efeito recorrem à apresentação e análise de imagens desportivas de atletas de raça negra e branca de ambos os sexos.

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