Determinação da Velocidade de Comportamento Motor e a Sua Relação com a Predominância Hemisférica Cerebral em Crianças de 13 Anos.

Por: Jair Rocha de Oliveira.

114 páginas. 1998

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Resumo

O presente estudo visou verificar a relação entre a velocidade de comportamento motor em uma habilidade de coordenação motora realizada por ambas as mãos, direita e esquerda, para assim concluir se a lateralidade, em jovens de 13 anos, é equivalente quanto a sua predominância hemisférica cerebral. No âmbito da Educação Física, professores e técnicos costumam esquecer das atividades bilaterais que em muito favorecem o desenvolvimento dos desportos. Esta pesquisa se definiu como um estudo descritivo correlacional, comparativo e com um delineamento quase experimental, onde registrou-se a relação existente entre a variável independente, predominância hemisférica cerebral, sobre a variável dependente, velocidade de comportamento motor. A amostra do tipo intencional, quanto a escolha da escola e conveniente quanto a aplicação dos critérios de exclusão e inclusão, dos alunos destros e sinistros, definidos e cruzados da Escola Municipal Von Martius. Dentro dos procedimentos de coleta de dados, teve-se os testes de lateralidade, para olho, mão e pé, propostos por LEFÈVRE, o teste de dominância hemisférica, olho diretor e o teste de velocidade de comportamento motor, "tapping" tocar os discos. A análise estatística dos resultados foi realizada aplicando-se o teste t de Student’s, Análise de Variância associada ao teste de Tukey e ainda o Coeficiente de Pearson, para o cálculo de possíveis correlações. Os resultados encontrados mostram uma não aceitação da hipótese principal que norteia o estudo pois a relação entre a predominância hemisférica e a lateralidade só se deu para o grupo dos destros ao passo que para o grupo dos sinistros esta relação não ocorreu. Com relação a indivíduos com lateralidade cruzada, os resultados apontaram uma relação não significativa de sua lateralidade para com a sua dominância. Conclui-se que o grupo dos sinistros, apresentam uma convivência social dentro de um mundo feito para destros o que incide diretamente em seus resultados, e ainda que o cruzamento da lateralidade pode favorecer o treinamento bilateral.

Endereço: http://www.nuteses.temp.ufu.br/tde_busca/processaPesquisa.php?pesqExecutada=2&id=731&listaDetalhes%5B%5D=731&processar=Processar

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