Diferenças das Capacidades de Desempenhos Entre Atletas Amadores de Rugby a Partir da Posição Exercida em Campo

Por: Camilo Luís Monteiro Lourenço, Edmar Lacerda Mendes, Gustavo Ribeiro da Mota, Hugo Ribeiro Zanetti, Jeffer Eidi Sasaki e Marco Aurélio Ferreira de Jesus Leite.

Arquivos de Ciências do Esporte - v.4 - n.1 - 2016

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Resumo

Objetivo: Comparar o perfil antropométrico, consumo de oxigênio máximo (VO2max) e a força de membro superior (MMSS) entre backs e forwards em uma equipe de rugby amadora. Métodos: Participaram 22 atletas amadores (13 backs e 9 forwards) de rugby que estavam em atuação em campeonato estadual. Foram submetidos a avaliação antropométrica (peso, altura e mensuração de dobras cutâneas), teste de força de membros superiores (1RM de supino) e avaliação do consumo de oxigênio máximo (VO2max), respectivamente. Na análise estatística, foi aplicado inicialmente o teste de Shapiro-Wilk para verificar a normalidade dos dados. As variáveis que apresentaram distribuição normal aplicou-se o teste t de Student e para as variáveis que exibiram distribuição não normal utilizou-se o teste de Mann-Whitney. Todos as análises respeitaram um intervalo de confiança de 95% (p<0,05). Resultados: O forwards apresentaram maior massa corporal (97,23±8,81 vs 81,50±6,82), estatura (181,1±5,11 vs 174,2±4,99) e somatória de dobras cutâneas (159,8±46,53 vs 121,8±32,62) em relação aos backs. No entanto, os mesmos não se diferiram em relação ao consumo de oxigênio máximo e força máxima de membro superior. Conclusão: Em atletas amadores de rugby, foi observado que os forwards são mais altos, possuem maior massa corporal e somatória de dobras em relação aos backs. Porém não existe diferença no desempenho anaeróbio (VO2max) e força de MMSS em comparação as posições.

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