Difusão e Cultura do Handebol no Rio de Janeiro

Por: Mauro Cézar Sá da Silva.

212 páginas. 1995 24/11/1995

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Resumo

Este estudo procurou identificar quais foram os pioneiros que introduziram o handebol na cidade do Rio de Janeiro, em que época, local, como se deu sua difusão, e se enraizou culturalmente no meio desportivo, principalmente, estudantil. A metodologia empregada para a execução deste trabalho foi, primordialmente, a realização de entrevistas com professores que se envolveram com o handebol em São Paulo e no Rio de Janeiro, desde o seu início e outros que podemos classificar como seguidores dos pioneiros, além de profissionais que hoje atuam na Educação Física e nos Desportos. Fontes bibliográficas de autores que participaram do processo de desenvolvimento do handebol e da Educação Física, no Brasil e no mundo, também foram utilizadas. Inicialmente, narramos as primeiras manifestações da Educação Física e dos Jogos, desde a Antigüidade até a Era Contemporânea, chegando à concepção do handebol de salão e de campo, na Suécia e na Alemanha, respectivamente, e ao aparecimento do desporto no Brasil, primeiramente no Estado de São Paulo e suas influências no Rio de Janeiro. Relatamos as atividades que fizeram com que esta propagação se desse, desde o seu início no ano de 1954, no bairro de Campo Grande, com o Professor Eurípedes Mattos Carmo e, na zona sul, com o professor Darcymires do Rêgo Barros e, mais tarde, nos anos 60, com o professor Pedro Moraes Sobrinho. Além destes, realçamos o trabalho do Professor Antônio Monteiro de Matos, discípulo dos dois primeiros, na zona da Leopoldina. Apresentamos, no decorrer do estudo, alguns cursos, congressos, palestras, seminários ministrados para o desenvolvimento da qualidade técnica, tática e da arbitragem do novo desporto, as instituições que foram criadas para regulamentá-lo e as competições que foram fundamentais para o conhecimento do handebol. Destacamos os objetivos e a metodologia do handebol, ontem, para relacionar com tudo o que é desenvolvido nos dias de hoje. Verificamos que pela falta de um resultado internacional, a carência de divulgação do desporto na mídia especializada, entre outras causas, assim como ontem, não existe uma metodologia que seja um espelho para todos os profissionais envolvidos. Apesar desta constatação, os objetivos primordiais são alcançados: a utilização do handebol como agente-meio nas aulas de Educação Física e, principalmente, na disputa de competições estudantis. Este estudo torna-se relevante por não se encontrar literatura com o histórico do handebol nesta cidade, além de prestar uma justa homenagem àqueles que dedicaram boa parte de suas vidas a este desporto.

Endereço: http://www.nuteses.temp.ufu.br/tde_busca/processaPesquisa.php?pesqExecutada=2&id=1854&listaDetalhes%5B%5D=1854&processar=Processar

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