Diretrizes Curriculares da Educação Física: Reformismo e Subordinação Ao Mercado no Processo de Formação

Por: Lovane Maria Lemos, Luiz Fernando Camargo Veronez, Márcia Morschbacher e Vilmar José Both.

Revista Brasileira de Ciências do Esporte - v.35 - n.4 - 2013

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Resumo

As reformas educacionais ocorridas na década de 1990 objetivaram intervir na formação dos trabalhadores para torná-los aptos às demandas da mundialização do capital. Na área da Educação Física, as novas diretrizes curriculares são o resultado dessas reformas, assumindo o papel de mediar as relações entre a formação e a intervenção do professor. Este artigo, extrato de uma pesquisa bibliográfica e documental fundada no Materialismo Histórico-Dialético, analisou o processo de elaboração das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física. Assinala-se que esses documentos legais, além de legitimar os interesses da classe social ideologicamente identificada com o capital, tendem a subsumir a formação do trabalhador em Educação Física a essa lógica.Endereço: http://cbce.tempsite.ws/revista/index.php/RBCE/article/view/1259

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