Educação Física Escolar e Mídia: Reflexão na Formação do Receptor-sujeito

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X EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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Introdução

A escola contemporânea sofre de diversos problemas ligados a sua prática pedagógica. Despreparos entre professores e olhares passivos a saberes significativos, contribuem para uma falsa compreensão da realidade social.

A mídia como fenômeno importante na cultura entre os jovens, ganha uma forte influência no campo pedagógico, tornando-se uma grande problemática para Educação em especial para a Educação Física. Sendo de grande importância à mídia no mundo atual, torna-se evidente sua influência no âmbito da cultura corporal de movimento, sugerindo diversas práticas corporais, reproduzindo-as, mas também as transformando e constituindo novos modelos de consumo (BETTI,2003).

O professor deve levar ao aluno a compreender o sentido implícito e explícito das informações oferecidas pela mídia, contribuindo para formação de um receptor ativo, seletivo e autônomo em relação aos sentidos originais das mensagens midiáticas, reconstruindo seu próprio significado. Para Pires (2003), cada vez mais a mídia ganha importante espaço na "construção dos saberes/fazeres da cultura de movimento e esportiva" (PIRES, 2003, p.19), intervindo no campo da Educação Física escolar, tendo o esporte como forte aliado.

A TV em destaque surge como instrumento "capaz de instruir gostos e propensões, isto é, de criar necessidades e tendências, esquemas de reação e modalidades de apreciação tais que, a curto prazo, se tornam determinantes para os fins da evolução cultural, também em terreno estético". (ECO, 2004, p.330). Promovendo uma associação entre imagem e linguagem. A TV fomenta um distanciamento progressivo entre a natureza aristocrática esportiva e sua transformação em espetáculo televisivo. Através de closes, jogadas e replays, constantemente distribuída aos lares, fragmentando e distorcendo o fenômeno esportivo.

O centralizador desse sucesso, do espetáculo esportivo, é o próprio espectador, esse indivíduo financiará o sistema comercial do esporte, através do consumo passivo de produtos esportivos, referentes aos anúncios publicitários. Nessa linha de raciocínio a popularidade dos astros esportivos, torna-se uma combinação perfeita da imagem vencedora ao produto comercializado, tornando-se interessante para industria cultural. Singularizada num ser hegemônico, conduzido a um processo de mistificação personificada pela publicidade como ápice da conquista. Designando a expressão "esporte espetáculo" no estudo.

A espetacularização esportiva na tv.

A instantâneidade de informações tecnológicas, oferecidas pelos meios de comunicação de massa, configura uma nova visão cultural, onde barreiras geográficas não são empecilhos para disponibilidades de produtos de consumo ao encontro de diversos espectadores.

Para Pires (2003, p.21), "na lógica neoliberal, a própria cultura mundializada transforma-se em mercadoria padronizada e simbolicamente consumida através da mídia" . Tendo o esporte como produto cultural onde o reconhecimento e anuência integral aumenta à medida que se torna cada vez mais um telespetáculo.

De acordo com Betti (2001), para além do esporte espetáculo, se constrói uma nova modalidade de consumo para o grande público: o esporte telespetáculo, elaborado pela televisão, propiciando uma série de informações. Oportunizando ao espectador, uma realidade textual relativamente autônoma, em face de prática real do esporte, construída pela codificação e mediação dos eventos esportivos, efetuando uma construção seletiva e interpretativa, selecionando imagens reproduzidas pela própria televisão.

O esporte como telespetáculo, "tende a valorizar a forma em relação ao conteúdo" (BETTI, 2001, p.126), priorizando a forma de apresentação mais do que se apresenta , fundamentado pela linguagem audiovisual, com ênfase nas imagens selecionadas através dos recursos tecnológicos associados à informática (mini-câmera, slow -motion, closes, recursos gráficos etc.). Esse espetáculo, promove uma desnaturação do corpo, que relacionada a idéia de culto ao atleta herói, influenciada pela mídia desde a década de 50, torna-se parte da programação regular das redes de TV. Essa imagem produzida pela mídia, é transportada para um corpo idealizado , contentando em participar pela pessoa interposta de seus ídolos (GUSDORF,1982). Gerando novos valores, determinando atitudes dos consumidores diante a prática esportiva em geral.

Educação e mídia: por que e para que?

Vivemos num mundo bombardeado de informações, onde a cada momento, milhares de imagens, palavras e sons produzidos pelas mídias integram-se no nosso dia a dia. A influência que a mídia exerce sobre os saberes dos jovens, obriga a escola buscar novas estratégias e novos olhares para tal prática, atendendo as demandas futuras, tendo de crescer em número e em complexidade.

Para Belloni (2001), a mídia, distribui imagens e linguagens, construindo sistematicamente o imaginário de muitos jovens, por oferecer significações através de mitos, símbolos e representações, estereotipando valores, normas e modelos de comportamento socialmente dominante. Considerando que "muitas dessas informações possuem apenas a forma do espetáculo e do entretenimento , distante de preocupações educativas formais" (BETTI, 2001, p.125) .

Assim, Betti (2004) aponta, posicionamentos divergentes em torno do comportamento da televisão, fazendo um paralelo citado como "frente e verso", onde opõe autores como: Ciro Marcondes Filho, Theodor W. Adorno e Max Horkheimer a Heloísa D. Penteado e Tomás G. Alea.

Em frente; Marcondes Filho (1988), descreve que a TV impõe um novo imaginário, fornecendo apenas indícios vivenciados através de emoções interpostas. Os Frankfurteanos na "teoria crítica" de Theodor Ardono e Max Horkheimer (1985), relatam que; A industria cultural, termo utilizado pelos autores, impede a formação de indivíduos autônomos incapazes de refletir conscientemente sobre suas escolhas. Para Ardono (1971 apund BETTI,2004), a TV, cria instrumentos para posição da criança como consumidora , numa contemplação passiva , estabelecendo valores ideológicos e culturais.

Em verso; Penteado (1991) e Alea (1984), relatam que a TV pode permitir uma autonomia vital desenvolvendo criativamente sua personalidade. Portanto, o empobrecimento cultural não se deve a mídia em si, mas a indústria que a determina.

Um posicionamento crítico diante os conteúdos midiáticos torna-se necessário, porém não devemos ignorar o grande potencial de abstração que a mídia fornece a criança. Portanto um equilíbrio entre "frente e verso" deve ser agregado como instrumento de trabalho para o cotidiano escolar, educando para mídia com a mídia.

Segundo Belloni (2001, p.45) "O conceito de educação para as mídias está longe de alcançar unanimidade entre os especialistas". Para a autora tais definições explicam-se pela necessidade de integração, não somente no campo pedagógico, mas sobretudo como um novo objeto de estudo. Tornando-se necessária a integração aos processos educativos o uso das novas tecnologias de informação e comunicação.

Ainda, de acordo com Belloni (2001), seria ingênuo pensar que a mídia se adaptaria aos objetivos da escola, porém ilusório pensar que as famílias teriam condições de conscientizar para leitura crítica sobre os conteúdos oferecidos pela mídia, portanto cabendo à escola difundir constantes discussões sobre tal realidade, transformando o espectador passivo ao espectador ativo, levando o aluno a compreender o sentido explícito e implícito das informações onde efetuará uma reflexão crítica sobre os conteúdos midiáticos.

Ferrés (1996) propõe que a escola eduque para o meio e com o meio, oferecendo recursos para análise crítica dos programas, incorporando audiovisual à sala de aula otimizando o processo de ensino-aprendizagem. Nessa perspectiva afirma Freire (2005, p.139)

"Como educadores e educadoras progressistas não apenas não podemos desconhecer a televisão mas devemos usá-la, sobretudo, discuti-la".

Assim, a mídia esportiva torna-se conteúdo da educação física escolar, a qual deve tematizar o conteúdo, contextualizando, criticando e avaliando os meios e instrumentos da mídia esportiva e seu impacto no ser humano, a fim de formar o receptor sujeito e, conseqüentemente, o cidadão crítico.

Educação física, cultura corporal de movimento e mídia.

Freqüentemente, comentários e dúvidas sobre novas práticas esportivas e corporais, surgem nas aulas de Educação Física . Tais dúvidas se dão, ao grande espaço ocupado pela mídia no cotidiano de jovens, adultos e crianças. Permitindo considerar o grande poder de influência crescente que a mídia exerce sobre a cultura corporal de movimento . Tendo como destaque a televisão, por transmitir inúmeras informações sobre a cultura corporal de movimento, apresentados repetidamente em comerciais de tv, programas esportivos e transmissões constantes de jogos. Discutindo regras, valores, táticas, técnicas, aptidão física, modelos e padrões corporais, aspectos históricos, entre outros assuntos.

Nessa perspectiva, Betti (2004), relata que a mídia transforma o esporte em texto predominantemente imagético e relativamente autônomo face à pratica real do esporte, descontextualizando o fenômeno esportivo do seu contexto histórico, sociológico e antropológico, sendo compensada por câmeras em diversos ângulos, closes, replays, gráficos e estatísticas. Efetuando um contato constante com as manifestações corporais e esportivas . Segundo Betti (2003, p.92), "a cultura corporal de movimento, senão no plano da prática ativa, ao menos no plano do consumo de informações e imagens, tornou-se publicamente partilhada na sociedade contemporânea". Essas informações para Belloni (2001, p.34), "não substitui a intersubjetividade", mas propicia diversas linhas de encontro, onde a criança se interage com a família e o mundo.

"Neste, as mensagens da telinha são integradas aos jogos e brincadeiras, em que se manifestam as identificações, a distribuição de papeis e a discussão das regras do jogo, durante o qual se estabelece um complexo jogo de relações intersubjetivas de extrema importância para o desenvolvimento".(BELLONI, 2001, p. 34).

Portanto, é preciso considerar que a mídia oferece num primeiro momento "um grande mosaico sem estrutura lógica aparente, composto de informações desconexas, em geral descontextualizadas e recebidas individualmente" (BETTI, 2003 p.93). Privilegiando um espetáculo de sons e imagens, distanciando das preocupações educativas-escolares.

Em propostas abordadas por Babin e Kouloumdjian (1989, apud BETTI, 2004), torna-se necessário uma transição para a cultura audiovisual, num primeiro momento, trabalhar mixagem, em seguida estéreo. Trabalhar com mixagem é desenvolver uma associação dos conteúdos midiáticos as aulas tradicionais de Educação Física, com referência às imagens e eventos esportivos transmitidos pela televisão, vídeos com propostas educacionais, matérias publicadas em revistas e jornais, proporcionando uma relação aos conteúdos técnicos, táticos, históricos, políticos e fisiológicos. Enriquecendo com o audiovisual, textos jornalísticos facilitando o desenvolvimento de conteúdos conceituais da Educação Física. Denominado por Ferrés (1996) como educação com o meio.

Trabalhar em estéreo, consiste em atinar a linguagem televisiva, obtendo uma leitura crítica sobre o discurso transmitido em busca de sentidos. Denominado por Ferrés (1996) como educação no meio. Cabendo ao professor/educador trabalhar a partir do simbolismo proporcionado pela mídia, não confundindo como proposta final, mas como uma iniciação a ser trabalhada. No caso, se uma criança no seu imaginário achar que é o jogador Robinho, e durante uma partida de futebol efetuar pedaladas constantes, o que importa é que seja dada essa oportunidade de participação ativa no jogo de futebol, chutando, pedalando e fazendo gols, resgatando a prática contextualizada em lazer, educação e saúde.

Contudo, cabe ao professor desenvolver ações pedagógicas nas perspectivas apontadas da educação para a mídia, exigindo atualizações de novas propostas que permitam, desenvolver um trabalho crítico e contextualizado em suas aulas . Apresentando o fenômeno esportivo como "lazer, realização profissional, sociabilização e autoconhecimento, assim como matérias que denunciam a exploração do atleta profissional de futebol pelos clubes, os baixos salários da maioria dos jogadores" (BETTI, 2003, p. 99).

Cabendo a Educação Física com pleno conhecimento sobre a cultural corporal de movimento promover a retomada de uma formação cultural esportiva autônoma em relação a industria midiática, concorrendo para ação do receptor-sujeito capaz de automatizar e reconstruir seu próprio significado

Contribuições para formação do receptor-sujeito

A sociedade contemporânea propicia através da universalização do mercado, um conflito gerado entre; formação cultural e sociedade consumista, não apresentando como resultado a não-cultura mas uma semiformação cultural , já relatada por Adorno (1996). Introduzindo através da mídia, valores configurados por um novo cenário cultural.

Nessa perspectiva, a mídia como recorte preponderante da industria cultural, disponibiliza diante seus recursos, a ocupar o tempo livre do trabalhador, consolidando um momento de consumo simbólico dos bens culturais como mercadorias. Utilizando o esporte como parte desse produto. Gerando de acordo com Pires (2003), uma ocupação que se molda a um semi-saber que reflete numa falsa abstração a reflexão crítica, integrando-o ao mundo encantado das aparências que "passou sucessivamente de praticante a espectador, deste a telespectador, e agora, a teleconsumidor"(p.22).

Porém, ainda de acordo com Pires (2003), tornam-se relevante novos olhares epistemológicos para compreensão da recepção midiática, tendo como base, pesquisas promovidas pelo campo dos estudos culturais latino-americanos, "que retomam a preocupação com os estudos de recepção midiática, numa perspectiva da formação do receptor-sujeito" (p.25). Ou seja, um sujeito antes visto como consumidor passivo, agora assumindo status de também produtor, capaz de desenvolver uma reflexão autônoma em relação aos sentidos originais dos conteúdos midiáticos, reconstruindo seu próprio significado, conforme suas próprias estruturas de recepção.

Segundo Jacks (1997, p.175 apud PIRES, 2003, p.27), sobre a importância na formação do receptor-sujeito afirma: "estudiar la recepción, es decir, reconocer al receptor como sujeto del proceso de recepción, requiere de uma nueva postura metodológica , basada em presupuestos que avancen em dirección de um nuevo modelo teórico".

Portanto, uma associação entre os estudos culturais latino-americanos de recepção com a cultura corporal de movimento, deve ser de extrema relevância no campo da educação Física escolar. Cabendo ao professor de Educação Física a responsabilidade pedagógica na formação do receptor-sujeito sendo de fato agentes de esclarecimento, contribuindo para reflexão crítica, ativa, seletiva e autônoma, perspectivando fundamentar uma participação para que a sociedade estável, possa atribuir controle democrático dos meios de comunicação e da qualidade das suas programações, levando em consideração seu cotidiano, heterogeneidade das temporalidades culturais e as práticas de consumo simbólico, perspectivas já apontadas pelos estudos culturais latino-americanos.

Contudo, o professor deve discutir e dialogar roterinamente com os educandos, vinculando a utilização de vídeos, documentários, revistas, jornais e entre outras que possibilitem o diálogo com os fundamentos teóricos de uma Educação Física concebida como apropriação e transformação da cultura corporal de movimento, tratando de assuntos polêmicos e atuais que facilitem o desenvolvimento de conteúdos conceituais e atitudinais, No caso da televisão, a imagem proporciona um impacto aos educandos e a partir dessa primeira emoção pode-se mediar uma interpretação mais crítica e racional."Em síntese, a tarefa teórica e prática da Educação Física deve ser a do esclarecimento, visando desvelar pela crítica e pela razão o conjunto de objetivos e interesses que configuram a mensagem midiática sobre o esporte" (PIRES, 2003, p.32)

Considerações finais

Ao longo do estudo, confrontos de idéias surgem em torno da influência que a mídia exerce sobre os saberes dos jovens. Porém todos concordam que a mídia deve ser dialogada e trabalhada no âmbito escolar, já que a escola detém ou deveria deter os profissionais adequados a desenvolver esse trabalho.

Contudo, sabe-se da necessidade de atualização e de novas propostas que possam desenvolver um trabalho crítico/reflexivo/autônomo em relação aos conteúdos midiáticos. Cabendo a Educação Física escolar, com pleno conhecimento sobre a cultural corporal de movimento, objetivar a integração do educando, concebido como uma totalidade humana, com suas dimensões, físico-motora, sócio-afetiva e cognitiva, na busca de formar o receptor-sujeito. Promovendo a retomada de uma formação cultural esportiva autônoma em relação a industria midiática. Através de diálogos e discussões sobre vídeos, documentários, revistas e jornais, possibilitando a emancipação reflexiva/autônoma em relação aos conteúdos midiáticos, dando significado próprio, conforme suas estruturas de recepção.

Nesse sentido, não almejamos nenhuma conclusão, mas simplesmente discutir e levantar alguns elementos que possam contribuir para análise/estudo mais aprofundado dessa temática, considerando-a de extrema relevância para as práticas pedagógicas transformadoras.

Obs. O Autor, Nei Jorge dos Santos Junior (edfnei@hotmail.com) faz pos graduação na UGF e leciona no Colégio Dom Óton Mota

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