Educação Física na Pré-escola: Uma Análise da Intervenção Profissional

Por: Danilo Aredes Azevedo.

VIII EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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Introdução

Atualmente a Educação física passa por grandes transformações em relação a sua intervenção pedagógica, como cita Bracht, Darido e Shigunov. A mudança de currículos na formação profissionais é uma delas, passando dos modelos tradicionais-esportivos para os modelos científicos.

O modelo tradicional enfatiza as habilidades esportivas, o saber fazer para ensinar. O corpo é percebido como objeto a ser aprimorado através de esportes competitivos que valorizam a aptidão física. O sentido individualista prevalece sobre a cooperação resultando na exclusão dos menos aptos.

Contrapondo-se a esses valores embutidos na prática da educação física escolar que prioriza a aptidão física, surge a preocupação com o processo de inclusão dos alunos. Então aparecem propostas oferecidas, através de estratégias de aulas, para desenvolver a cultura corporal.

Dessa forma podemos dizer que se estabelece duas formas de intervenção para o professor de educação física que atua em espaço de ensino formal.

Sendo assim, com o intuito de contribuir com reflexões acerca da educação física no âmbito escolar, a presente pesquisa busca elucidar em qual perspectiva de intervenção docente - cultura corporal ou aptidão física, se situa a prática dos professores de Educação Física que atuam na Educação Infantil nas escolas públicas do município de Pinheiral.

Optamos pelo estudo de caso como método de pesquisa para compreender e interpretar a educação física no contexto desse nível de escolaridade.

Como instrumento para coletar os dados nos valemos de filmagens, por oferecer um registro das ações temporais e dos acontecimentos reais. A análise do material visual foi realizada a partir do referencial proposto por Loizos.

A educação física na perspectiva da cultura corporal: significados e valores

Desde o surgimento das primeiras abordagens críticas da Educação Física escolar, muito se tem discutido a respeito da viabilidade da aplicação deste tipo de propostas nas escolas e atitudes de resistência se tem constatado.

Resende ao discutir os subsídios para uma pedagogia da Educação Física escolar numa perspectiva da cultura corporal nos aponta que à resistência a mudança, por parte do professor pode se fazer "...quer por ignorância, quer por falta de compromisso ou ainda por descrença (RESENDE, 1995,P.126)".

Ao se refletir sobre a Educação Física através das abordagens críticas, percebemos que "o movimento humano é uma forma de expressão cultural e que, por isso, carrega em si elementos históricos, éticos, técnicos, políticos, filosóficos, étnicos que devem ser estudados e praticados na escola".(SILVEIRA E PINTO, 2001)

Nessa concepção, a Educação Física é muito mais que simples conceitos e regras do desporto. Ela deve estimular a capacidade de crítica das práticas corporais que estão implantadas em nosso meio.

Portanto, se considerarmos a construção histórica das práticas corporais, a influência dessas sobre a qualidade de vida e a questão das políticas públicas de esporte e lazer como elementos de reflexão para os objetivos pretendidos em nossas aulas, estaremos possibilitando a obtenção de um corpo de conhecimento capaz de dar conta de todos os conteúdos da Educação Física, respeitando a realidade de vida fora do ambiente escolar.

A educação física no contexto da educação infantil.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/96), estabelece que a educação deve ser oferecida a toda a educação básica. Entretanto, sabemos que a Educação Física aplicada à Educação Infantil passou e passa por caminhos tortuosos, devido a falta de clareza sobre o papel e atuação desse educador no contexto desse nível de escolaridade.

A necessidade de conhecer os conflitos e conquistas da Educação Infantil nos leva a refletir sobre o sentimento de infância. Este sentimento não deve ser confundido com o significado de afeição pelas crianças, mas sim, pela compreensão das particularidades que diferencia a criança do adulto, cada criança tem sua forma peculiar de ver e estar no mundo e está profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve.

A Educação Física na Pré-Escola deve possibilitar às crianças uma maior integração com o mundo em que vivem, possibilitando o desenvolvimento da cultura corporal através de movimentos que ampliem suas experiências, respeitando suas características e necessidades.

Encontramos reforço nos RCNEF quando afirma que "As instituições de educações infantis devem favorecer um ambiente físico e social onde as crianças se sintam protegidas e acolhidas, e ao mesmo tempo seguras para se arriscar e vencer desafios(MEC/SEF, 1998, p 15)".

Sendo assim, a prática educativa da Educação Física Escolar, no âmbito da Educação Infantil, deverá possibilitar a exploração de gestos e ritmos corporais em brincadeiras e em situações de interação, e com isso, possibilitar atividades que levem a criança a conhecer, explorar e controlar o próprio movimento e recursos motores.

Metodologia

O trabalho foi desenvolvido na cidade de Pinheiral, estado do Rio de Janeiro, nas quatro escolas da rede municipal de ensino que possuem educação infantil. A opção por essa cidade se deu por ser um dos poucos municípios da região Sul Fluminense que possui a educação física ministrada por professores graduados na área.

A perspectiva metodológica adotada foi a pesquisa de estudo de caso. Esse estudo se valeu através das interpretações de dados qualitativos obtidos através de filmagens, nos quais foram observadas as atuações profissionais do professor de educação física.

A pesquisa iniciou com a apresentação dos autores dessa pesquisa e suas intencionalidades aos diretores, professores e alunos das escolas. Buscando uma maior familiaridade com os dados a serem observados, presenciamos cinco aulas de cada professor e a filmagem foi realizada em data posterior a filmagem. No final das aulas e de cada filmagem foi perguntado ao professor qual foi o objetivo da aula.

Em análise posterior foi observado se os objetivos estabelecidos pelo professor foram contemplados e se os conteúdos trabalhados estão de acordo com o nível de escolaridade da educação infantil. E, principalmente, se havia coerência ou não entre o discurso e a prática. As respostas foram analisadas tomando como referência os pressupostos das tendências(1)enquadradas dentro da perspectiva da Cultura Corporal e os objetivos e conteúdos propostos pelo RCNEI.

Codificação das imagens

Optamos por colocar em forma de quadros para melhor analisarmos a coerência entre objetivo, conteúdo e valores intrínsecos na prática discursiva dos professores de educação física que atuam nas quatro escolas da rede municipal de ensino de Pinheiral.

Aula 1
Objetivo: "Foi trabalhar a partir da cultura local de Pinheiral (...) a capoeira de forma lúdica."
Conteúdos e procedimentos Valores intrínsecos
A luta, aproveitando-se de elementos da capoeira;
Alongamento inicial de maneira lúdica.
Explorou o ritmo a musicalidade e movimentos da vivência corporal.
Bater palmas associando a música (coordenação) A professora propunha as ações de forma desafiadora aos alunos.
O elemento lúdico estava presente durante toda a aula
Os alunos participavam constantemente da elaboração da aula.
Respondiam com prazer aos desafios propostos
Combinava as regras previamente com os alunos.
A prof mantinha o poder de escolha.
Não aceitou sugestões do aluno.
Aula 2
Objetivo: "Objetivos diferentes em cada atividade (...) Tudo dentro da socialização ... engloba a questão da psicomotricidade"
Conteúdos e procedimentos Valores intrínsecos
Explorou a percepção espaço- temporal, lateralidade e coordenação motora.
Manipulação e construção do próprio material.
Inovação nas formas de movimento, Brinquedo cantado;
Expressividade;
Brinquedo simbólico;
Comparação com a realidade;
Confeccionarem uma bola de papel com o jornal. Promovia a cooperação mútua e a participação de todos.
Integração com o colega.
Compreensão dos comandos.
Respeito ao próximo.
Manteve uma postura sempre tendo a percepção do grupo como um todo.
Explicava as atividades sempre com os alunos a sua frente;
Preocupação com a segurança;
Utilizou a ludicidade em todas as atividades;
Propunha desafios aos alunos.
Escolhia os alunos para comandar a atividade;
Direcionamento e demonstração da atividade;
O apito foi usado como forma de comando;
Aula 3
Objetivo: "... trabalhar recreação e jogo simbólico, expressão corporal, noção espacial (em cima, em baixo e atrás).
Conteúdos e procedimentos Valores intrínsecos
jogo simbólico;
movimentos diversos e noção espacial;
Atividade sugerida pelos alunos;
Atividade de relaxamento;
O uso do brinquedo cantado, explorando o ritmo. Propôs desafios as crianças de forma lúdica.
Utilizou a socialização desenvolvendo a cooperação.
As atividades foram sempre explicadas antes de acontecer.
Integração com o colega.
Escutavam e respondiam aos comandos respeitando o colega.
Fizeram as atividades com prazer, sempre motivados.
Aula 4
Objetivo: "Hoje eu trabalhei brinquedo cantado a fim de trabalhar ritmo coordenação motora (...) e movimentos básicos".
Conteúdos e procedimentos  Valores intrínsecos
Utilizou o brinquedo cantado;
Atividade de relaxamento;
Trabalho com movimentos básicos com diferentes formas de deslocamento;
Expressão corporal;
Ritmo e musicalidade.
Integração com o colega.
Respeito ao próximo.
Propôs desafios aos alunos
Todos participaram da aula e se mostravam motivados.
Promovia a cooperação, socialização e a ludicidade em todas as atividades;
Preocupada com a segurança;
Ela escolhia os alunos;
Dividiu a atividade, 1º as meninas e depois os meninos;
Colocava limites de forma sutil.
Análise dos dados
De acordo com os dados coletados, podemos dizer que a atuação profissional dos professores de Educação Física que compuseram o corpus dessa pesquisa demonstra coerência entre os objetivos propostos e as atividades elaboradas.

Durante as aulas, as quatro professoras ao propor as atividades possibilitavam a execução de diferentes formas de movimentos e deslocamentos.

As atividades se enquadravam adequadamente às características e necessidades apresentadas pelas crianças nessa faixa etária. De acordo com o RCNEI, ao tratar do movimento na educação infantil:

Os conteúdos deverão priorizar o desenvolvimento das capacidades expressivas e instrumentais do movimento, possibilitando a apropriação corporal pelas crianças de forma que possam agir com cada vez mais intencionalidade. Devem ser organizados num processo contínuo e integrado que envolve múltiplas experiências corporais, possíveis de serem realizadas pela criança sozinha ou em situações de interação (MEC/SEF,1998, p.29).

A professora da aula 1 se utilizou da capoeira enquanto atividade para trabalhar conhecimentos e habilidades privilegiadas no ensino da educação física, tendo a luta como conteúdo.

Tal prática é também evidenciada nos RCNEI quando cita que "A dimensão expressiva do movimento engloba tanto as expressões e comunicação de idéias, sensações e sentimentos pessoais como as manifestações corporais que estão relacionadas com a cultura (MEC/SEF,1998, p.37)".

As brincadeiras, enfatizando o aspecto simbólico e imaginário foram utilizadas por todas as professoras, que as articulavam através de brinquedos cantados e jogos populares.

Ao analisar as brincadeiras apresentadas percebemos que as professoras utilizaram como critérios as características das crianças, da localidade, e a relevância enquanto conteúdo significativo para aquela clientela. Portanto, essa atividade, quando bem dinamizada explora:

...a descoberta e a exploração de capacidades físicas e a expressão de emoções, afetos e sentimentos. (...) Isso também pode ser considerado pelo professor para que ele possa ajudar as crianças a lidar de forma positiva com limites e possibilidades do próprio corpo (MEC/SEF,1998, p.30).

Portanto, podemos afirmar que nas aulas foram implementadas atividades que oportunizavam aos alunos o desenvolvimento da percepção corporal. Essas atividades aconteciam na maior parte associadas a expressividade e ao brinquedo cantado. Dessa forma, as crianças exploravam o local em que realizavam a aula, estruturando componentes como a noção espaço-temporal , a lateralidade, ritmo e a coordenação.

Nesse sentido, Borges nos diz que:

A própria criança percebe-se e percebe os seres e as coisas que a cercam, em função de sua própria pessoa. Sua personalidade se desenvolverá, graças a uma progressiva tomada de consciência do seu corpo, de seu ser, de suas possibilidades de agir e transformar o mundo à sua volta (1998, p.43).

Portanto, é através do movimento dinâmico que se consegue o controle do corpo e a percepção de espaço.

O autor situa o conhecimento corporal como o objeto primeiro da prática da educação física para que o aluno possa compreender o mundo. Neira (2003) amplia essa compreensão e afirma que não é responsabilidade só do professor, mas também da educação que:
...deve proporcionar ao educando, de acordo com seu estágio de conhecimento, os meios necessários para entender o mundo em que vive e o momento histórico em que está situado (...) para poder defender-se de influências nocivas para sua própria vida e da comunidade a que pertence (p.35).

Diante desse contexto, os conteúdos trabalhados pelas professoras foram reelaborados em função das dificuldades emergentes apresentadas no momento.

A organização das aulas rompia com as características dos modelos tradicionais. Como procedimento de ensino todas as professoras utilizavam a perspectiva do conflito e da solução de problemas para desencadear ações acerca das habilidades e conhecimentos referentes à cultura corporal.

Assim, um grupo disciplinado não é aquele em que todos se mantêm quietos e calados, mas sim um grupo em que os vários elementos se encontram envolvidos e mobilizados pelas atividades propostas. Os deslocamentos, as conversas e as brincadeiras resultantes desse envolvimento não podem ser entendidos como dispersão ou desordem, e sim como uma manifestação natural das crianças.

Compreender o caráter lúdico e expressivo das manifestações da motricidade infantil poderá ajudar o professor a organizar melhor a sua prática, levando em conta as necessidades das crianças (BRASIL, 1998,P.19) .

Ao analisarmos os valores embutidos na prática discursiva das 4 professoras percebemos que a perspectiva da educação física baseada na cultura corporal predomina em suas posturas docentes, entretanto alguns gestos e atitudes ainda são derivados de uma influência tradicionalista.

Todas, sem exceção, mantinha o poder de escolha da atividade e das crianças que estivessem no comando da brincadeira.

Entretanto, pode-se detectar na ação de professora da aula 2 a intenção de ter a prática centrada num efetivo processo de co-decisão, no qual procura mediar as experiências trazidas pelos alunos com os objetivos trabalhados.

Outra ação que não é condizente com uma proposta de trabalho baseada na cultura corporal é dividir as turmas em sexo para realizar a atividade proposta. Essa atitude foi da professora da aula 4.


,Contudo, se buscamos apreender o contexto em sua totalidade temos muito mais elementos da cultura corporal do que da aptidão física nas aulas analisadas.

A ação do professor de educação infantil, como mediador das relações entre as crianças e os diversos universos sociais nos quais elas interagem, possibilita a criação de condições para que elas possam, gradativamente, desenvolver capacidades ligadas à tomada de decisões, à construção de regras, à cooperação, à solidariedade, ao diálogo, ao respeito a si mesmas e ao outro, assim como desenvolver sentimentos de justiça e ações de cuidado para consigo e para com os outros (NEIRA, 2003,p. 43).

Sendo assim, podemos evidenciar atitudes e gestos da atuação docente quando todas as professoras promoviam a ludicidade, a integração, a participação constante de todos, desenvolvendo a socialização e a cooperação. Dessa forma, os alunos elaboravam as regras junto com as professoras, promovendo o respeito ao próximo e efetivando assim, o processo de autonomia.


Conclusão

Buscamos, ao longo deste artigo, relatar e analisar os princípios da atuação do professor de educação física que significasse os valores atribuídos à intervenção da educação física no âmbito do RCNEI.

Nesse viés de análise, preocupamo-nos especificamente em corroborar com o preenchimento de uma certa lacuna que nos parece existir ao se tratar da educação física no primeiro nível de escolaridade da educação básica.

É nesse prisma de pensamento que identificamos nas ações dos professores de educação física, relacionados a uma proposta de trabalho na perspectiva da cultura corporal, atitudes e gestos que evidenciam esses pressupostos pedagógicos, porém, com algumas posturas que inviabiliza sua proposição plena.

Dessa forma, em determinados momentos, a influência de uma postura tradicionalista faz emergir ações e conseqüentemente valores que desvirtuam uma proposta renovadora da educação física. O direcionamento, o poder de escolha e a imposição de atividades, apesar de não serem práticas que predominam, demonstram que valor como heteronomia é evidenciado em detrimento da autonomia.

Portanto, cabe-nos concluir que as professoras que fizeram parte deste estudo possuem conhecimento da perspectiva da Educação Física escolar no âmbito da cultura corporal e dos valores que são desenvolvidos por ela. Entretanto algumas ações não condizentes com essa prática discursiva se fazem presentes, demonstrando a necessidade de se concretizar a todo o momento o processo de ação-reflexão-ação da intencionalidade do professor.

Os autores, Danilo Aredes Azevedo e Ivanete da Rosa Silva de Oliveira sâo alunos do curso de educação física do Centro Universitário de Volta Redonda- UniFOA)

Notas:

As tendências a que nos referimos são as consideradas por Darido (e Shigunov em que destacamos: Sistêmica (Betti:1991), Plural (Daolio:1993), Crítica emancipatória (Kunz: 1998), Crítico superadora,(Soares: 1993)

Referências bibliográficas

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  • Borges, C. M. F. O professor de educação física e a construção do saber. - Campinas, SP: Papirus, 1998. - (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico)
  • Bracht, V. Educação física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992.
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  • Freire, J B. Educação de Corpo Inteiro: Teoria e prática da Educação Física. São Paulo: Scipione, 1989.
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  • Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 1979. Co-Edição: Autores Associados
  • Silveira, Guilherme Carvalho Franco da e Pinto, Joelcio Fernandes. Educação Física na perspectiva da cultura corporal: Uma proposta pedagógica; IN: Revista Brasileira de Ciências do Esporte .v 22 n 3 maio 2001.
  • Shigunove, V. & Shigunove Neto, A. A Formação Profissional e a prática pedagógica. Londrina, 2001.

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