Educação, Medicina e Racialização nas Aulas de Educação Física das Escolas Primárias (pernambuco, Década de 1930)

Por: Adlene Silva Arantes.

História da Educação - v.22 - n.54 - 2018

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Resumo

O estudo busca compreender como se davam as ações médicas para determinar o biotipo das crianças que frequentavam as aulas de educação física nas escolas primárias pernambucanas, na década de 1930, com vistas a perceber como se estabeleceram comparações entre brancos e negros, a partir das práticas de racialização presentes no ambiente escolar. Analisamos documentos da instrução pública, jornais de grupos escolares, revistas de ensino e da área médica, entre outros. Baseamos-nos no conceito de representação social de Roger Chartier (1990), em estudos sobre o pensamento racial brasileiro e da história da educação no Brasil. Destacamos o papel que teve a educação física no cenário nacional e local, tendo em vista que as políticas de racialização, baseadas em testes e medições antropométricas, imprimiram a missão de revigorar a raça e garantir o estabelecimento de uma sociedade saudável fisicamente, intelectualmente e moralmente.

Endereço: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S2236-34592018000100246&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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