Efeito de Diferentes Protocolos de Manipulação dos Antagonistas Sobre o Desempenho de Repetições e Ativação Muscular

Por: Gabriel Andrade Paz.

68 páginas. 2015 11/02/2015

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Resumo

Investigar o efeito agudo de diferentes protocolos de manipulação dos antagonistas sobre o desempenho de repetições e atividade mioelétrica durante o exercício de remada aberta sentada (RA). Métodos: Participaram do estudo quinze homens (22,4 ± 1,1 anos, 175 ± 5,5 cm de estatura, 76,6 ± 7 kg de massa corporal, e 12,3 ± 2,1 de percentual de gordura corporal) treinados (3,5 ± 1 anos). Os participantes realizaram quatro protocolos experimentais através de entrada alternada: Protocolo tradicional (PT) - uma série realizada na RA com cargas de 10 repetições máximas até falha concêntrica; Alongamento estático nos antagonistas (AE) – uma série de 40 segundos de alongamento estático para os músculos adutores horizontais do ombro seguido por uma série até a falha concêntrica na RA; Facilitação neuromuscular proprioceptiva aplicada nos antagonistas (FNPA) – uma série de 40 segundos de facilitação neuromuscular proprioceptiva (20 segundos de contração e 20 segundos de relaxamento) para para os músculos adutores horizontais do ombro seguida por uma série na RA; e séries pareadas de agonista-antagonista (PAA) - uma série no exercício de supino vertical com cargas de 10 repetições máximas seguida por uma série no exercício de RA. O número de repetições máximas realizadas em cada protocolo e o sinal eletromiográfico foram registrados para o latíssimo do dorso, bíceps braquial, tríceps braquial cabeça lateral e peitoral maior durante a RA. Resultados: Aumento significativo no desempenho de repetições máximas foi observado na RA durante o PAA (14 ± 1) em comparação ao PT (9 ± 1,2; p = 0,0001), FNPA (10 ± 1,5; p = 0,001) e AE (12 ± 1,5; p = 0,004), respectivamente. Um aumento significativo no desempenho de repetições na RA também também foi observado para protocolo AE em comparação ao PT (p = 0,001) e FNPA (p = 0,002). A ativação mioelétrica do bíceps braquial e latíssimo do dorso foram maiores durante a PAA e AE em comparação aos protocolos FNPA e PT, respectivamente. Conclusão: Os resultados do presente estudo sugerem que o PAA e AE podem melhorar o desempenho de repetições máximas na RA, bem como, ativação mioelétrica dos agonistas (latíssimo do dorso e bíceps braquial) em comparação aos protocolos tradicionais de treinamento de forma aguda.

Endereço: http://www.eefd.ufrj.br/stricto-sensu

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