Efeito do Método Isostretching na Flexibilidade e Nível de Atividade Física em Indivíduos Sedentários Saudáveis

Por: Alexandre Dias Lopes, Aline Carla Araújo Carvalho, Karoline Tayse Firmino de Oliveira, Luiz Carlos Hespanhol Junior, Natalia Girotto e Tássia Gabriele Viana de Oliveira.

Revista Brasileira de Ciência & Movimento - v.19 - n.1 - 2011

Send to Kindle


Resumo

Introdução: Existem várias técnicas fisioterapêuticas que promovem melhora na aptidão física e no condicionamento musculoesquelético. Objetivo: Verificar o efeito do método de Isostretching na flexibilidade e no nível de atividade física de indivíduos saudáveis sedentários. Métodos: A amostra foi composta por 14 indivíduos sedentários e saudáveis, com idade média de 24,8±6,5 anos, peso médio de 58,7±12,9 kg e altura média de 161,7±8,0 cm. Os sujeitos foram submetidos a 15 sessões de Isostretching, com freqüência de três vezes por semana, com duração de 40 minutos por sessão. Em cada sessão foi realizado um total de três séries de nove exercícios. A flexibilidade foi avaliada através da goniometria de flexão e extensão do tronco e com o banco de Wells. A avaliação do nível de atividade física foi feita através do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Foi utilizado o Teste T dependente e Wilcoxon, adotando-se um ?=0,05. Resultados: A flexão e extensão do tronco apresentaram diferenças estatisticamente significantes entre a avaliação inicial e a final, com flexão de 78,6º antes e de 93,4º depois da intervenção (p

Endereço: http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/1671

Comentários


:-)





© 1996-2019 Centro Esportivo Virtual - CEV.
O material veiculado neste site poderá ser livremente distribuído para fins não comerciais, segundo os termos da licença da Creative Commons.