Efeito da Recuperação na Máxima Fase Estável de Lactato Sanguíneo

Por: Benedito Sérgio Denadai, Camila Coelho Greco, Luis Fabiano Barbosa, Mariana Rosada de Souza e Renato Aparecido Corrêa Carita.

Motriz - v.17 - n.2 - 2011

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Resumo

O objetivo deste estudo foi comparar a potência correspondente à máxima fase estável de lactato  sanguíneo determinada de forma contínua (MLSSC) e intermitente com recuperação ativa (MLSSI). Dez ciclistas treinados do sexo masculino (25 ± 4 anos; 72,5 ± 10,6 kg e 178,5 ± 4,0 cm), realizaram os  seguintes testes, em um cicloergômetro: 1) incremental até a exaustão voluntária para a determinação da potência máxima (Pmax); 2) dois a cinco testes submáximos de carga constante para determinar a MLSSC,  e; 3) dois a três testes submáximos de carga constante, consistindo de oito repetições de quatro minutos,  com dois minutos de recuperação a 50% Pmax para determinar a MLSSI. A MLSSC (273,2 ± 21,4 W) foi  significantemente menor do que a MLSSI (300,5 ± 23,9 W). Com base nestes resultados, verifica-se que o  modelo de exercício intervalado utilizado permite um aumento de aproximadamente 10% na intensidade  correspondente à MLSS.

Endereço: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz/article/view/1980-6574.2011v17n2p311

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