Efeito do Treinamento Físico de Natação Sobre o Sistema Cardiovascular de Ratos Normotensos

Por: Alessandra Medeiros, Carlos Eduardo Negrão, Luciana Mara Pinto Kalil, Luis Fernando Bicudo C. Rosa, , e Rosana Maria Gianolla.

Revista Brasileira de Educação Física e Esporte - v.14 - n.1 - 2000

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Resumo

Uma das principais adaptações ao treinamento físico (TF) eróbio é a bradicardia de repouso, observada tanto em humanos (Goldsmith, Bigger, Steinman & leiss, 1992; Kenney, 1985; Puig, Freitas, Carvalho, Puga, Ramos, Fernandes, Costa & Freitas, 1993; atona, McLean, Dighton & Guz, 1982) como em animais de experimentação (Bolter, Hughson & Critz, 973; Negrão, Moreira, Santos, Farah & Krieger, 1992; Brum, 1995; Kalil, 1997). No entanto, a evolução da freqüência cardíaca (FC) e da pressão arterial (PA) urante o período de TF e o curso temporal para ue bradicardia de repouso ocorra ainda não estão totalmente esclarecidos. Foram estudados 16 ratos Wistar chos. Oito foram treinados (T) durante 8 semanas, utilizando um protocolo de natação de baixa ntensidade e oito foram mantidos sedentários (S) . A PA sistólica e a FC foram registradas batimento- -batimento, duas vezes por semana durante o período de TF através de um esfigmomanômetro de cauda. O sinal foi egistrado em tempo real (100 Hz) em microcomputador e analisado através do programa AT/CODAS. pós o término do TF, os ratos foram submetidos a uma cirurgia para implantação de cânula rterial para registros da PA direta e de eletrodos subcutâneos para o registro da FC. Após o término dos egistros, os ratos foram sacrificados e as câmaras cardíacas pesadas para avaliar se houve hipertrofia ardíaca. Além disso, foi feita a medida da atividade máxima da enzima citrato sintase do músculo sóleo para erificação da adaptação oxidativa muscular. Não houve mudança significante na PA ao longo do período de F entre os ratos T e S. Ocorreu uma bradicardia de repouso significante nos ratos T em relação aos S 330±20 vs. 355±16 batimentos, respectivamente). Observou-se um aumento na relação peso do ventrículo squerdo/ peso corporal nos ratos T (1,95 vs. 2,20, g/gPC, p<0,05)., sugerindo uma hipertrofia de ventrículo esquerdo (13%) nos ratos T em relação aos ratos S. A atividade máxima da enzima citrato sintase aumentou em 2% nos ratos T . Logo, o TF com natação em ratos é um bom modelo experimental para se estudar as daptações cardiovasculares aos TF dinâmico.

Endereço: http://citrus.uspnet.usp.br/eef/uploads/arquivo/v14%20n1%20artigo1.pdf

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