Efeitos do Fascia Stretching Training-7 nas Respostas Neuromusculares e Metabólicas em Homens Treinados

Por: Ubiratan Contreira Padilha.

55 páginas. 2018 05/02/2018

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Resumo

OBJETIVO: Comparar as respostas neuromusculares e metabólicas ao método fascia stretching trainig-7 sets (FST-7) em homens treinados. MÉTODOS: Participaram do estudo 12 homens com experiência em treinamento de força, com idade de 29 ± 6,10 anos, massa corporal 84,46 ± 10,28 kg e de estatura 178,02 ± 6,93 cm, os quais foram submetidos a três sessões de exercício randomizadas de extensão de joelho em equipamento isocinético do membro dominante. As três sessões foram compostas por: (1) FST-7 = 7 x 10, 40 s de intervalo de recuperação (IR) e alongamento estático da musculatura do quadríceps por 20 s; (2) Controle (CON) = 7 X 10, 40 s e IR passivo; e (3) Tradicional (TRA) = 7 x 10 e IR passivo de 120 s. O intervalo entre cada método foi de no mínimo 72 e no máximo 192 horas. O trabalho total (TT) e o Pico de torque (PT) foram fornecidos pelo softwere do isocinetico. O sinal EMG foi registrado a partir do músculo reto femoral durante todas as séries, foram analisados a amplitude (AMP EMG) e a Frequência de Potência Mediana (FPM). A Ultrassonografia foi realizada para a espessura muscular (EM) no músculo reto femoral pré e pós exercício. Coleta de sangue capilar foi realizada para análise do lactato sanguíneo (LS) pré e pós exercício. RESULTADOS: O FST-7 apresentou o menor TT, entretanto o maior índice de fadiga comparado ao COM e TRA. Além disso, apresentou uma tendência de redução na AMP EMG (p = 0,052), bem como uma menor FPM ao longo das séries em relação ao COM e TRA. Durante as repetições (1ª, 5ª e 10ª) o FST-7 apresentou uma menor AMP EMG, assim como um decréscimo progressivo na FPM comparado ao COM e TRA. Em relação a EM (p = 0,78) e o LS (p = 0,456) não foi observada diferença significativa entre os métodos. CONCLUSÃO: Este estudo fornece evidências que o FST-7 não seja um método de TF adequado para induzir uma hiperemia maior que os demais métodos de forma aguda CON e TRA. Estes resultados podem auxiliar treinadores e praticantes do TF na escolha de métodos mais eficazes quando o objetivo for gerar maior estresse mecânico e metabólico.

Endereço: http://repositorio.unb.br/handle/10482/31143

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