Efeitos do Treinamento Físico com Exergame e do Treinamento Funcional em Indivíduos com Doença de Parkinson

Por: Akeline Santos de Almeida.

120 páginas. 2018 23/02/2018

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Resumo

A doença de Parkinson é uma desordem degenerativa progressiva dos neurônios dopaminérgicos nigroestriatais, resulta em disfunções motoras, respiratórias, baixa qualidade de vida e depressão. A realização de exercícios físicos minimiza e retarda a evolução dos sinais e sintomas motores em sujeitos com doença de Parkinson, proporcionando aumento da função motora e possível melhoria da capacidade física, respiratória, qualidade de vida e depressão. Dentre os exercícios físicos, o treinamento funcional e o exergame são modalidades novas no treinamento físico de indivíduos com doenças neurológicas, demonstrando resultados significativos na melhora da função motora. Objetivo geral: Verificar a influência dos exercícios físicos e da função motora na capacidade respiratória, assim como avaliar os efeitos do treinamento físico com exergame e do treinamento funcional na capacidade respiratória, função motora, percepção de qualidade de vida e no estado percebido de depressão em indivíduos com doença de Parkinson. Resultados: O estudo está organizado em quatro manuscritos. (1) Os resultados desta revisão sistemática demonstram que os exercícios físicos melhoram a capacidade respiratória em indivíduos com doença de Parkinson; (2) Evidenciouse que a perda da função motora influencia negativamente à percepção da qualidade de vida e a capacidade respiratória em indivíduos com doença de Parkinson; (3) Foi observado que o grupo exergame e o grupo treinamento funcional aumentaram a força dos músculos respiratórios e a distância percorrida no teste de caminhada de 6 minutos após a intervenção. Constatou-se também que o grupo controle diminuiu o fluxo expiratório forçado médio após a intervenção; (4) Verificou-se que o treinamento físico com exergame e o treinamento funcional aumentaram a função motora, percepção da qualidade de vida e diminuíram o estado percebido de depressão em sujeitos com doença de Parkinson. Já a percepção de qualidade de vida diminuiu no grupo controle após 1 mês da não realização de exercícios físicos. Conclusões: Os exercícios físicos promovem melhora na capacidade respiratória em indivíduos com doença de Parkinson. Também foi observado que a função motora influencia na capacidade respiratória e na percepção de qualidade de vida nesta população. E que, o treinamento físico com exergame e o treinamento funcional promoveram melhora na força dos músculos respiratórios, distância do teste de caminhada de 6 minutos, função motora, estado percebido de qualidade de vida e de depressão em sujeitos com doença de Parkinson.

Endereço: http://www.nuteses.temp.ufu.br/

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