Efeitos do Treinamento Resistido a 50-60%rm na Força Corporal em Idosos Sobreviventes de Câncer

Por: Bruno Pereira Melo e Sandro Fernandes da Silva.

XIV Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

Objetivo:
Avaliar o efeito do treinamento resistido na força corporal de idosos sobreviventes de câncer.

Métodos e resultados:
Participaram da amostra 12 idosos sobreviventes de câncer (6 homens e 6 mulheres) com idade média e DP 66,31 ± 11,39 anos.Todos foram pré informados sobre os riscos do projeto e assinaram TCLE para participar do mesmo. Os voluntários foram submetidos a um programa de treinamento de força que consistia em realizar três séries de 12-15 repetições com intensidades de 50 a 60% de 1RM. Para a prescrição da carga foi utilizada a equação proposta por Brzycki (1993). O programa foi realizado três vezes por semana com duração média de 1 hora, durante 6 semanas. A força corporal de membros superiores (FMS) e inferiores (FMI) foi avaliada pré e pós a participação do treinamento de força, através do uso de máquinas de contra-resistência (FMS = Peck-Deck, Puxada Alta, Ombro, Bíceps e Tríceps; FMI = Cadeira Flexora, Cadeira Extensora, adutor e abdutor) considerando a média das porcentagens de aumento de cada aparelho. Estatística: descritiva com comparação da porcentagem de aumento das cargas de membros superiores e inferiores para verificação do efeito do treinamento. Houve um aumento de 39,89% e 29,66% na força de membros superiores e inferiores respectivamente.

Conclusão:
Um programa de treinamento de força com intensidades de 50 a 60% de 1RM pode ser considerado seguro e eficiente para idosos sobreviventes de câncer, comprovando assim o papel coadjuvante do exercício físico na promoção da saúde.

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