Empreendedorismo e Educação Física: Críticas à Sua Apreensão/implementação Imediata no Contexto Escolar.

Por: Graziany Penna Dias.

X EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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O presente texto tem por objetivo tratar criticamente a noção de empreendedorismo e sua apreensão/implementação, a nosso ver apressada e acrítica, nas ações pedagógicas da educação física. Entendemos que esta noção caminha e se relaciona juntamente com as outras noções: competência e empregabilidade; que têm sido impostas no seio escolar para atender ao projeto dominante de sociedade, pautada nas mudanças que vem acontecendo no capitalismo desde o último quartel do século passado (XX).

Enquanto uma noção relativamente atual, o empreendedorismo tem se constituído em um discurso ideológico dirigido à classe trabalhadora, com o intuito de dar novo vigor ao capitalismo que havia adentrado em crise em 1970, com repercussões hodiernas, principalmente, por conta da crise do emprego formal (Antunes, 1999).

As discussões que apresentaremos, neste texto, são frutos das pesquisas do mestrado em educação da Universidade Federal Fluminense com o titulo: Empreendedorismo e Educação: o SEBRAE na Escola (Dias, 2006). Nossa expectativa é relacionar esta discussão com a especificidade da educação física no seu trabalho pedagógico; pois numa perspectiva de totalidade, esta última não está separada da realidade maior, perpassada pela reestruturação produtiva que impõe novas mediações na relação trabalho e educação física (Nozaki, 2004).

Compreendemos que esta discussão se torna importante para a educação física, na medida em que começam a serem produzidas, obras na área, que apontam para a assunção do referencial da noção de empreendedorismo como norte a ser perseguido pelos professores de educação física, para inclusive justificarem a disciplina no interior da escola.

Inicialmente podemos destacar duas produções: o capítulo 04 com o título Educação Física Escolar: Uma Perspectiva Ética e Empreendedora (Botelho e Souza, 2005) do livro O Empreendedorismo na Escola (2005) e a dissertação de mestrado de Nascimento (2001) com o título Aprender a Empreender. Como o professor de educação física pode contribuir nesse processo de aprendizagem? E estas obras, sem exceção, procuram trabalhar na lógica do desenvolvimento do espírito empreendedor nos alunos, a partir dos conhecimentos tratados pela educação física.

De nossa parte, acrescentaríamos que, o fazem, acríticamente, sob a perspectiva do mercado. Inclusive, se apropriando de referenciais críticos da área, como o Coletivo de Autores (1992), que não compartilha da visão mercadológica e até mesmo à contrapõe.
Assim, entendemos que se faz importante compreender melhor a noção de empreendedorismo e sua relação com outras noções, que também tem povoado o discurso dominante na educação e educação física, como já viemos destacando em trabalhos anteriores em Dias (2002, 2003 e 2005).

Noção de Competência, Empregabilidade e EMPREENDEDORISMO.

No bojo destas transformações, as mudanças de cunho tecnológico e organizacional do trabalho, por que vêm passando os países do capitalismo central (desde meados de 1970) desenham um mundo produtivo com características marcantes.

"[...] flexibilização da produção e reestruturação das ocupações; integração de setores da produção; multifuncionalidade e polivalência dos trabalhadores; valorização dos saberes dos trabalhadores não ligados ao trabalho prescrito ou ao conhecimento formalizado"(Ramos, 2001b, p. 38).

Em que pesem estas características, um novo modelo de trabalhador se faz necessário para compor os novos quadros produtivos em que a formação humana repouse em novas noções que passam a ser balizadoras dos principais espaços de formação, sendo a escola o espaço privilegiado.

Não obstante, apresentam-se duas novas noções - competência e empregabilidade - no interior do campo da formação humana (Ramos, 2001a). No que corresponde à competência, esta

"[...] associa-se à conjugação dos diversos saberes mobilizados pelo indivíduo (saber, saber-fazer e saber-ser) na realização de uma atividade. Ela faz apelo não somente aos seus conhecimentos formais, mas à toda gama de aprendizagens interiorizadas nas experiências vividas, que constituiriam a sua própria subjetividade" (ibid, p. 13).

O novo modelo de trabalhador deverá ser preparado não somente através de uma base técnica, mas também com características e habilidades comportamentais tais como criatividade, trabalho em grupo, decisão, resolução de problemas, comunicação entre outras; tornando-se um trabalhador polivalente.

No que tange a empregabilidade, tal noção caminha junto com a noção de competência, correspondendo ideologicamente à condição do trabalhador se tornar empregável num momento em que flexibilizam-se as relações e condições de trabalho.

A empregabilidade representaria a contínua preparação que o trabalhador deveria buscar para se manter no emprego ou, se o perder, conquistar um outro emprego pela via da sua capacitação. De acordo com Minarelli (1995) a palavra empregabilidade é equivalente à expressão norte americana employability que se refere à "habilidade de ter emprego" (ibid, p. 37). Atendendo aos ajustamentos da economia global, as empresas modificam-se velozmente não garantindo mais o emprego até o trabalhador se aposentar. Inclusive, segundo Minarelli (ibid.), são cada vez mais raras as carreiras feitas apenas em uma única empresa.

"[...] os empregadores começam a adotar uma política de preparar os seus funcionários para que estejam em condições de ter trabalho quando deixarem a organização. Como conseqüência, existe hoje um estímulo maior para que as pessoas tenham uma formação mais generalista e múltipla, para que possuam conhecimento mais amplo e múltiplas habilidades, o que permite a elas atuar em diversas ocupações e diferentes ramos de atividade" (ibid., p. 38).

Entretanto, mais do que uma expressão, a empregabilidade opera como mecanismo ideológico que adentra na realidade como forma de justificar as contradições da sociedade capitalista. De acordo com Ramon de Oliveira (1999), procura-se, pôr fora de questão, as relações de classe, enquanto responsáveis pela crise hodierna.

"O conceito de empregabilidade surge, neste ínterim, como um mecanismo que retira do capital e do Estado a responsabilidade pela implementação de medidas capazes de garantir um mínimo de condições de sobrevivência para a população. Ao se responsabilizar os indivíduos pelo estabelecimento de estratégias para capazes de inseri-los no mercado de trabalho, justifica-se o desemprego pela falta de preparação dos mesmos para acompanharem as mudanças existentes no mundo do trabalho. Sob a ótica da empregabilidade, a necessidade dos indivíduos disporem de habilidades e conhecimentos adequados aos interesses da produção passa a ser o primeiro elemento considerado nas discussões a respeito das possibilidades de superação do desemprego existente" (ibid., p. 57).

Em matéria no jornal Tribuna de Minas a noção de empregabilidade é destacada enquanto sendo a solução para a crise do emprego na cidade. Sob o título JF [Juiz de Fora] perde 200 postos por falta de mão-de-obra qualificada a matéria destaca que na verdade não há falta de emprego, mas de qualificação. Devido ao chamado "vácuo de empregabilidade" a cidade tem perdido empregos devido a não instalação de indústrias na região (Tribuna de Minas, 2005).

De nossa parte, acrescentamos a noção de empreendedorismo que tem ganhado o espaço no discurso dominante com forte apelo ao "auto-emprego", de modo à pessoa tornar "patrão de si mesmo", haja vista as altas taxas de desemprego e subemprego.

A noção empreendedorismo que também recebe a denominação de empreendedorismo schumpeteriano é derivada dos estudos do economista liberal Joseph A. Schumpeter, que, nos seus estudos sobre o desenvolvimento econômico do capitalismo, identificou como fenômeno fundamental à figura do empreendedor.

De acordo com Pombo (2005), Schumpeter destaca que o sistema capitalista tem como característica inerente, uma determinada força que ele denominou, em seu livro Capitalismo, Socialismo e Democracia (publicado em 1942), de "processo de destruição criativa" na qual o desenvolvimento de novos produtos, novos métodos de produção e novos mercados; perfaz a destruição do velho pelo novo. E o agente central neste processo de destruição criativa seria a figura do empreendedor. Em 1911, a publicação do seu livro Teoria do Desenvolvimento Econômico (1961b), deu um enfoque destacado ao empreendedor. Para Schumpeter, o empreendedor é aquele que cria inovações que possibilitam obter lucro com assunção dos riscos. "Ao empreendimento de novas combinações denominamos ‘empresa’ e os indivíduos, cuja função é realizá-las, ‘empreendedores’" (Schumpeter, 1961a, p. 103).

Schumpeter, também fez a diferenciação do empreendedor e do dono da empresa a qual nem sempre há correspondência.
"[...] chamamos empreendedores não só aqueles homens de negócios "independentes", de uma economia mercantil [...] como também todos os que, realmente preenchem, aquela função que definimos; ainda que, como está sendo a regra, sejam empregados "dependentes" de uma companhia [...] por outro lado, o nosso conceito é mais restrito que o tradicional, pelo fato de não abranger todos os diretores de firmas, gerentes ou industriais que, simplesmente, apenas dirigem um negócio estabelecido [...]"(Schumpeter, 1961a, p. 103-104).

Em outro momento, Schumpeter destaca a provisoriedade do empreendedor, de modo a este não permanecer "eterno": [...] alguém só é um empreendedor, quando realmente, "empreende novas combinações e perde esta característica logo que estabelece negócios, quando os estabiliza, deixando-os correr, como outras pessoas" (ibid., p. 102).

Neste sentido, ser empreendedor não é uma profissão e muito menos uma condição duradoura. Eles, os empreendedores, não constituiriam uma classe, "[...] como, por exemplo, os latifundiários, ou capitalistas, ou operários" (ibid, p. 108), ainda que com seus esforços consigam ascender a alguma.

Para Schumpeter, a capacidade de inovação seria um atributo fundamental ao empreendedor de modo a este procurar dar originalidade aos negócios, pois, do contrário, ao cair em ações rotineiras, suas atividades não poderiam mais ser consideradas empreendedoras.
Num outro esforço teórico de desenhar a figura do empreendedor, para Schumpeter, este estaria para além dos desejos e desígnios materiais.

"Há a vontade de conquistar: o ímpeto de lutar, de provar-se superior aos outros, de vencer, não pelos frutos da vitória, mas pela própria vitória. Sob esse aspecto, a ação econômica se assemelha ao esporte - há corridas financeiras, idênticas a partidas de boxe. O resultado financeiro é uma consideração secundária, em todo caso, porém, muito valorizado como índice de sucesso e como sintoma de vitória [...]" (ibid., p. 128).

Assim, o empreendedor, segundo Schumpeter, poderia ser comparado como uma espécie de jogador que joga pelo prazer de jogar e em que os ganhos materiais são como troféus que demonstram sua superioridade. Aqui observamos uma percepção bem idealista de homem, que está para além das determinações materiais. Inclusive Schumpeter chega diferir o seu empreendedor da visão de homo oeconomicus, pois este seria capaz de recuar perante os empreendimentos de alto risco ao perquirir somente o lucro nas suas atividades econômicas; já o empreendedor vai para além do lucro, visando mais à satisfação da vitória.

Em linhas gerais, a exposição feita até o momento procurou destacar a figura do empreendedor concebida por Schumpeter. No tocante ao empreendedorismo, expressão não citada por Schumpeter, mas implícita na usa obra, representa um neologismo da sua noção de empreendedor e serve para designar as inovações geradoras de desenvolvimento econômico.

Em recente matéria, na Revista EXAME, com o título "Inovação e Empreendedorismo", a inovação é posta como pedra de toque do crescimento e desenvolvimento das empresas. Não bastaria só investir em laboratórios de pesquisa e desenvolvimento para obter crescimento e lucratividade. Tomando como exemplo a empresa japonesa Toyota, a matéria procurou enfatizar o estímulo ao empreendedorismo de seus funcionários, tornando-se a maior empresa do mundo em faturamento em fevereiro deste ano. E qual seria seu "segredo". De acordo com a matéria:

"Embora apontada como referência na indústria automobilística, a Toyota tem investimentos em pesquisa e desenvolvimento inferiores aos das rivais [General Motors, Ford e Daimler Chrisler]. Seu trunfo é outro - a extraordinária capacidade de mobilizar e estimular seus operários a exercitar o cérebro, em vez de apenas músculos" (Revista EXAME, 2006, p. 02).

O incentivo ao empreendedorismo já faz parte da filosofia da empresa. Nas palavras do consultor canadense Gifford Pinchot: "A inovação desde sempre pressupôs a capacidade de empreender dos funcionários. Sem esse ingrediente, ela simplesmente não acontece" (Revista EXAME op cit., p. 02). Pinchott, inclusive chega a cunhar uma nova expressão, para este fato: a de intra-empreendedorismo, para designar os trabalhadores da empresa que representam agentes inovadores. E para tal, as empresas devem estimular seus funcionários a ir além da função específica do cargo que ocupam. Assim a noção de empreendedorismo vai se dinamizando em outras expressões de forma a atender a instabilidade do mercado.

De acordo com Campos (2003, p. 89) "A expressão torna-se de domínio público, empregada atualmente em associação com a idéia de um conjunto de competências, geralmente variáveis segundo o contexto, que compõem o perfil do ator, adequado às transformações sócio-econômicas que seguem seu curso a partir da década de 70 [século XX]

Diagrama que relaciona as noções de competência, empregabilidade e empreendedorismo

Como veremos mais adiante, as noções de competência, empregabilidade e empreendedorismo; guardam relação entre si enquanto mecanismos ideológicos de convencimento da classe trabalhadora

Este diagrama, desenvolvido por nós, procura relacionar estas três noções, no que tange ao discurso dominante endereçado à classe trabalhadora para o enfrentamento da crise do desemprego estrutural.

De acordo com este diagrama, as noções de empregabilidade e empreendedorismo têm como base a noção de competência que lhes dá sustento. A noção de empregabilidade reporta que com as devidas competências adquiridas pela constante capacitação, o indivíduo pode conquistar a sua inserção no mercado via emprego. De acordo com Ramos (2001b), a partir de um conjunto de competências o indivíduo pode se tornar empregável, ou seja, adquirir alguma vaga ou emprego onde sua qualificação atender ao mercado

Já a noção de empreendedorismo assevera que com as devidas competências, a pessoa é capaz de criar o "auto-emprego", tornando-se "patrão de si mesmo".

A noção de empreendedorismo enfatiza que o indivíduo construa a sua "atividade remunerativa", já que o número de vagas de emprego, segundo o discurso dominante, está gradativamente diminuindo por conta das mudanças tecnológicas. Assim a empregabilidade apontaria mais para o emprego e o empreendedorismo apontaria mais para o "auto-emprego". E a noção de competência seria a base e a referência para ambas.

Considerações para a educação física

Nos limites desta exposição, acreditamos poder concluir que a noção de empreendedorismo, que tem apontado para uma pedagogia empreendedora para a educação e educação física, tem como base a pedagogia das competências. E isto nos dá suporte para dizermos que a esta pedagogia empreendedora tem como perspectiva histórica a adaptação do ser humano à sociedade capitalista, desconsiderando qualquer possibilidade de transformação radical deste modelo de sociedade.

Nesta concepção, o capitalismo é encarado como o único modo de produção possível cabendo às pessoas inserirem-se de modo adaptativo às imposições do mercado. O discurso do empreendedorismo assevera, com tonicidade, o consenso em torno do capitalismo na medida em que enseja nas pessoas a possibilidade de se tornarem patrões ao invés de empregados ou desempregados. Neste sentido, não seria necessária uma transformação radical da sociedade, pois ser empreendedor seria a saída para resolver individualmente os problemas econômicos e sociais que, em nossa visão, são postos pelo próprio capitalismo. Camufla-se desta forma, que ser empreendedor, ao contrário, insere-se na precarização das condições de trabalho e existência na qual o indivíduo não possui qualquer segurança ou perspectiva futura.

Neste sentido, na medida em que a noção de competência adquire materialidade na pedagogia empreendedora, ela também infere na mesma concepção de homem natural-funcionalista que deságua numa concepção subjetivo-relativista de conhecimento (Ramos, 2001a).

Pela concepção de homem assevera-se a adaptação aos ditames impostos pelo mercado ao mesmo passo que satisfaz o consenso necessário à manutenção do sistema capitalista, pois na visão apologética, não há alternativa.

Assim somos contrários à perspectiva conformadora da pedagogia empreendedora que tem ganhado espaço na educação física enquanto mote para se adequar às mudanças exigidas pelo mercado. Congregamos uma outra perspectiva de formação calcada numa concepção marxista de formação humana e na qual a área da educação física tem buscado desenvolver.

Obs. O autor, prof. Ms. . Graziany Penna Dias(grandias@ig.com.br) leciona na rede municipal de Juiz de Fora, MG

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