Esporte e Inclusão Social - Atividades Físicas Para Idosos I

Por: , Ana Cláudia Romeu Craveiro, Ana Paula Sousa da Silva, Gustavo Gonçalves Cardozo, Ivone Cogo, Marcos Avellar do Nascimento, Marieni Bello Corrêa, , , Regina Celi Lema Santos e Silvio Telles.

Atlas do Esporte no Brasil.

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Resumo

Este capítulo refere-se aos modos de intervenção nas atividades físicas para idosos. ‘Atividade física’ neste texto é entendida como qualquer movimento humano estruturado (organizado), não-utilitário (no sentido ocupacional ou laboral do termo), ou terapêutico, produzido por músculos esqueléticos que resulta em um aumento substancial de dispêndio de energia, que se manifesta em jogos ativos, esportes, ginástica, dança e formas de lazer ativo, como cuidar do jardim, rastelar, passear o cachorro, caminhar, correr, pedalar, nadar etc. O conceito supõe os subdomínios: promoção da saúde, experiência social, experiência pedagógica, experiência estética, catarse, exercício de cidadania, competição e superação de limites (Faria Junior, d’Avila, 1999). O termo idoso (Brasil, Lei nº 8.8842/94) é ora preferido em lugar de eufemismos como melhor idade, feliz idade ou expressões hoje consideradas ultrapassadas, como terceira idade. Pesquisas sobre envelhecimento humano e educação sugerem que os idosos constituam categoria à parte, não sendo considerados como adultos, apenas com alguns anos a mais. A origens dos modos de intervenção em foco neste capítulo, são expostas como fatos de memória das condições brasileiras, os quais se seguem relacionados à uma periodização aqui proposta como propedêutica e demarcada da década de 1930 até 1969.

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