Esporte Universitário, Uma Abordagem Sobre Suas Organizações na Grande São Paulo

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2009

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Resumo

Este trabalho apresenta o retrato do esporte universitário paulistano, investigando as unidades de gestão esportiva dos Institutos de Ensino Superior, mais tradicionalmente conhecidas como Atléticas ou Departamentos de Esportes. Grande São Paulo, O Esporte Universitário brasileiro sempre esteve à margem e colocado em segundo plano no cenário esportivo. Grandes talentos saem da escola e vão direto para os clubes e, quando chegam ao Ensino Superior, já têm o seu caminho esportivo traçado. Também representam suas Instituições de Ensino, em competições que, na maioria das vezes, não têm envolvimento das Universidades, dos alunos e da mídia. A Grande São Paulo, ou Região Metropolitana, como também é conhecida, reúne 39 municípios, representando 47,9% da população do Estado, garantindo-lhe o título de maior centro urbano do Brasil e da América do Sul (Secretaria de Economia e Planejamento, 2009) Procurou-se investigar o perfil de cada organização, através de um estudo de campo exploratório, por meio da aplicação de um questionário ao gestor esportivo, levantando dados sobre seu perfil e sobre sua organização, em especial, sobre a estrutura, estratégia organizacional, gestão financeira e esportiva. Participaram desta pesquisa 39 organizações, representadas pelo seu principal gestor ou representante indicado pelas mesmas. A investigação revelou que 85% dos entrevistados são gestores de Atléticas, com idade média de 22 anos, enquanto 15% são gestores profissionais, em Departamentos de Esportes, com idade média de 41 anos. Estas organizações geram o esporte para um elevado número de alunos em suas Instituições de Ensino Superior, participando de competições e ofertando atividades para sua comunidade interna. Os resultados obtidos reforçam a precariedade administrativa na maioria das organizações e o amadorismo vigente, mas destaca os esforços de seus gestores para a continuação do processo esportivo universitário. A tese também aponta tendências do movimento e discute alternativas para mudanças, a fim de que a gestão passe a ser vista de forma mais profissional e, consequentemente, mais empreendedora, beneficiando alunos, instituições e todo o esporte brasileiro.

 

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