Estabilizadores da Escápula no Retorno da Elevação dos Membros Superiores em Indivíduos com Síndrome do Impacto

Por: Christina Danielli Coelho de Morais Faria.

100 páginas. 2006 24/05/2006

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Resumo

Apesar das importantes alterações já demonstradas na cinemática e na atividade eletromiográfica dos músculos estabilizadores da escápula durante o movimento de elevação dos membros superiores (MMSS) nos indivíduos com síndrome do impacto (SI), e das essenciais funções da escápula para o adequando funcionamento do complexo do ombro, existem poucas investigações sobre o movimento de retorno da elevação dos MMSS nesses indivíduos. Portanto, os objetivos deste estudo foram comparar a quantidade de ativação eletromiográfica dos músculos trapézio ascendente, transverso, descendente e serrátil anterior, bem como a quantidade de co-ativação dos pares de músculos trapézio ascendente/serrátil anterior e trapézio transverso /serrátil anterior (CATTSA), entre indivíduos com e sem SI. O movimento de retorno da elevação dos MMSS realizado imediatamente após a elevação no plano escapular foi avaliado em 20 indivíduos, sendo 10 com SI unilateral grau I e II (GI) e 10 assintomáticos (GA), pareados quanto ao sexo, idade e nível de atividade física. A quantidade de ativação de cada um dos músculos, quantificada pela root mean square e normalizada pela contração isométrica voluntária máxima, assim como de co-ativação dos pares de músculos, determinada pela área comum entre as curvas normalizadas de cada músculo, foram determinadas. ANOVA mista com medidas repetidas foi utilizada para investigar diferenças estatisticamente significativas entre os grupos e entre os lados para todas as variáveis. Para aquela(s) com diferença(s) estatisticamente(s) significativa(s) na análise anterior, foi realizada ANOVA mista com medidas repetidas para investigar seu(s) comportamento(s) em subfases do movimento. O nível de significância estabelecido foi de < 0,05. De todas as variáveis investigadas, apenas a CATTSA apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos, tanto no movimento completo (p=0,02) quanto nas subfases do mesmo (p=0,04), independente do lado ou da fase considerada.

Endereço: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/MSMR-6WXLNE

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