Estádio Mané Garrincha: Rentável Após a Copa?

Por: Rachel Meira Lopes de Castro Joffily.

1º Congresso Internacional Sobre Gestão do Esporte e 4º Congresso Brasileiro Sobre Gestão do Esporte

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Resumo

É de conhecimento geral, tanto no Brasil como no contexto mundial, que a Copa do Mundo de Futebol FIFA de 2014 será realizada no Brasil. Para que este evento aconteça, não só Brasília, mas também todas as cidades sedes que receberão os jogos da Copa possuem um projeto que visa à construção ou reforma de seus estádios para possibilitar a realização do evento, dentro das exigências da FIFA. A partir da decisão de que o Brasil iria sediar a Copa, surgiu o interesse por desenvolver esta pesquisa, cujo tema é analisar o projeto de reforma do Estádio Mané Garrincha de Brasília, no que tange a sua rentabilidade futura quanto a custos de manutenção. O objetivo da análise foi avaliar o gerenciamento de projeto da reforma do Estádio, considerando este como uma ferramenta importante para garantir a rentabilidade do espaço após a Copa do Mundo. A metodologia utilizada foi à abordagem qualitativa de pesquisa que possibilitou compreender os diversos fatores que estão implicados no gerenciamento de projeto e gestão de instalações esportivas. Para o levantamento de dados foram utilizados como instrumentos: análise documental, entrevistas e questionários. Por meio da análise dos dados, foi possível constatar que existem controvérsias quanto à garantia de rentabilidade do Estádio após a Copa do Mundo. O projeto de reforma do Estádio de Brasília visa transformar o Mané Garrincha em uma Arena Multiuso. Após a entrega do Estádio reformado o maior desafio do Governo do Distrito Federal (GDF) será a efetivação da rentabilidade do mesmo. Solucionar esse desafio pode compor a justificativa dos investimentos financeiros realizados, assim como, utilizar o espaço para beneficiar a população, incentivar o esporte e promover desenvolvimento para a cidade.

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