Estimativa da Gordura Corporal Através de Equipamentos de Bioimpedância, Dobras Cutâneas e Pesagem Hidrostática

Por: Mauricío Nunes e Rodrigues Silva.

Revista Brasileira de Medicina do Esporte - v.7 - n.4 - 2001

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Resumo

A estimativa do percentual de gordura (%G) pela ioimpedância (BIA) tem como vantagem a simplicidade da edida. Contudo, a confiabilidade da BIA tem sofrido críticas. O objetivo deste estudo foi comparar a stimativa do %G através das técnicas de bioimpedância RJL-101; Byodinamics A-310, Maltron BF-900 e BF-906), de dobras cutâneas (DC) e da pesagem hidrostática (PH). bservaram-se 25 indivíduos, homogeneizados segundo raça branca), gênero (masculino) e idade (18 a 36 anos). Para a medida de BIA foi utilizada a padronização proposta por Lukaski et al. (1985, 1986). Para as DC foram utilizadas s equações de å 3 DC e å 7 DC (Jackson, Pollock, 1978). Os valores de %G e de volume residual para PH foram reditos, respectivamente, pelas equações de Siri 1961) Goldman e Becklake (1959). A análise estatística ompreendeu: a) comparação entre os métodos através da NOVA com medidas repetidas seguida de testes post-hoc de ukey; b) correlação de Pearson (r); e c) cálculo do erro adrão de estimativa (SEE) das técnicas em relação à PH. Os resultados indicaram que: a) as medidas de BIA não iferiram significativamente, entre si, para o %G stimado; b) As medidas dos aparelhos A-310 e BF-906 não oincidiram com a PH (p < 0,01); c) Em geral, os valores e SEE apresentados pela BIA foram altos; d) Os valores e r oscilaram entre 0,35 (RJL-101) e 0,70 (BF-906); e) s técnicas de DC apresentaram correlações maiores e SEE enores com a PH, quando comparados com os da BIA. Apesar dos resultados, não há dados que permitam indicar um parelho em detrimento de outros. Os resultados da BIA quivaleram-se quanto à estimativa do %G, mas a técnica e DC mostra-se tão ou mais confiável para tanto. ontudo, os resultados devem ser ratificados pela mpliação da amostra e controle de maior número de ariáveis intervenientes.

Endereço: http://www.scielo.br/pdf/rbme/v7n4/v7n4a03.pdf

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