Estruturando os Conceitos de Legado dos Jogos Olímpicos (The Legacy Framework of Olympic Games)

Por: Holger Preuss.

O Futuro dos Megaeventos Esportivos. Inovações Pós Copa 2014 e Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016.

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Resumo

Os megaeventos são, por característica intrínseca, uma atividade itinerante; portanto, a sua organização mobiliza consideráveis recursos em um curto período de tempo, os quais em seguida mudam de sentido ou desaparecem. O nível de atividades daí recorrente em um país-sede aumenta de tal forma que possibilita mudanças de paradigmas, mas também pode gerar caos não programado e a desvalorização de ativos. Megaeventos deixam consequências de longo prazo, positivas e negativas, sendo diferentes para cada um dos seus stakeholders (pessoas e entidades interessadas). Enquanto os organizadores do evento se concentram predominantemente na realização do mesmo, com pouca ênfase em suas consequências, cabe ao governo então a tarefa de garantir os resultados de longo prazo desejados, como uma justificativa e proteção dos investimentos dos contribuintes. Neste contexto, o Comitê Olímpico Internacional-COI experimentou recentemente a rejeição de várias cidades candidatas à sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 (Graubünden, Munique, Estocolmo, Cracóvia e Oslo) ao retirarem suas candidaturas, seja com base em resultados de plebiscitos, ou pela perda de apoio político local. No entanto, em sentido inverso os Jogos de Londres 2012 provaram ao mundo que os Jogos podem desenvolver uma cidade e um sistema esportivo nacional.

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