Exercício Concorrente: Análise do Efeito Agudo da Ordem de Execução Sobre o Gasto Energético Total

Por: , Fabio Santos Lira, Rômulo Cássio de Moraes Bertuzzi, Ursula Ferreira Julio e Valéria Leme Gonçalves Panissa.

Revista Brasileira de Medicina do Esporte - v.15 - n.2 - 2009

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Resumo

O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito da ordem de execução dos exercícios de força e aeróbio sobre o gasto energético total na sessão. Para isso, dez homens tiveram seu consumo de oxigênio medido continuamente durante as seguintes sessões: aeróbio-força (AF) e força-aeróbio (FA). O exercício aeróbio consistiu de 30 minutos de corrida na esteira a 90% da velocidade do limiar anaeróbio. A sessão de força foi composta de quatro exercícios, na qual os participantes realizavam três séries de 12 repetições a 70% de 1RM. A concentração de lactato sanguíneo [La] foi mensurada após cada exercício de força e nos minutos 10, 20 e 30 do exercício aeróbio. A [La] durante a execução do exercício aeróbio permaneceu maior (p < 0,05) na situação FA quando comparado com a AF aos 10 (FA = 5,1 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,2 ± 1,0mmol.l-1), 20 (FA = 4,2 ± 1,0mmol.l-1; AF = 3,0 ± 0,9mmol.l-1) e 30 minutos (FA = 3,9 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,4 ± 1,1mmol.l-1). O gasto energético total não diferiu entre as ordens de exercício (FA = 2.793 ± 811kJ; AF = 2.893 ± 903 kJ; p > 0,05), indicando que a ordem de execução não afetou significativamente o gasto energético.

Endereço: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922009000200009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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