Exercício Resistido com Resistência Elástica e Máquinas Pneumáticas no Equilíbrio, Força e Massa Muscular em Idosas da Comunidade : Ensaio Clínico Aleatorizado

Por: Milene Soares Nogueira de Lima.

2017 27/01/2017

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Resumo

O uso das máquinas de musculação e da resistência elástica é considerado eficaz e seguro para aumentar a força muscular, massa e equilíbrio. No entanto, ainda são escassos os trabalhos que investigaram, se os efeitos da resistência elástica são semelhantes com os obtidos nos exercícios com máquinas, além disso, e se os efeitos permanecem após 10 semanas de destreinamento. A proposta desse estudo foi comparar 12 semanas de exercícios resistidos (duas vezes por semana, exercícios de tronco, membros superiores e inferiores) e 10 semanas de destreinamento com máquinas pneumáticas versus resistência elástica na força muscular, massa e equilíbrio em mulheres idosas da comunidade: ensaio clínico aleatorizado. Cinquenta e sete (57) mulheres idosas foram aleatorizadas em dois grupos, GMP (grupo máquinas pneumáticas) e GRE (grupo resistência elástica). Vinte participantes (20) finalizaram o estudo em cada grupo. No GMP, com médias de idade de 67,5 ± 5,18 anos, altura de 1,53 ± 0,065 m, massa corporal de 67,96 ± 11,24 Kg e índice de massa corporal de 29,03 ± 4,42 Kg/m2. No GRE, com médias de idade de 66,1 ± 4,72 anos, altura de 1,55 ± 0,073 m, massa corporal de 69,62 ± 10,14 Kg e índice de massa corporal de 28,89 ± 3,48 Kg/m2. As variáveis foram mensuradas nos momentos pré avaliação, pós treinamento e destreinamento; o pico de torque para extensores de joelho (PTJ) e flexores de cotovelo (PTC) nas velocidades de 60 º/s e 180º/s, teste timed up and go (TUG) e teste de alcance funcional (TAF). Foi encontrada uma redução no tempo de execução do teste TUG em ambos os grupos (p=0,000) e não houve perdas durante o destreinamento (p>0,05). No TAF, apenas o GMP apresentou mudanças durante o PÓS (p=0,011) e não ocorreram perdas no destreinamento (p>0,05). No que se refere à massa livre de gordura nos membros inferiores, no GRE ocorreram mudanças estatísticas (p=0,001). Referente à força muscular, os membros inferiores em ambas as velocidades e em ambos os grupos obtiveram ganhos (p=0,000), entretanto, após as 10 semanas de destreinamento apresentaram perdas (p <0,05). O GMP apresentou ganhos nos membros superiores em ambas as velocidades (p <0,05) e perdas estatísticas durante o destreinamento (p <0,05). O GRE apresentou diferenças estatísticas na velocidade de 60°/s (p=0,012) e houve mudanças durante o destreinamento (p=0,000). Os dois tipos de treinamento não apresentaram diferenças estatísticas, nas fases analisadas.

Endereço: http://googleweblight.com/?lite_url=http://repositorio.unb.br/handle/10482/22269&lc=pt-BR&s=1&m=638&host=www.google.com.br&ts=1513347013&sig=AOyes_T4B9kr5YQUxMGnjAk9X6IXDgnlVg

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