Fronteiras e Zonas na Circulação Global dos Jogadores Brasileiros de Futebol

Por: Carmen Rial.

Antropologia em Primeira Mão - n.109 - 2009

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Resumo

Fronteiras são espaços especiais: liminares, híbridos, escorregadios, perigosos, controlados, reprimidos e potencialmente sangrentos. Sabem disso os milhares de brasileiros que hoje vivem como indocumentados no exterior. Não é o caso dos jogadores de futebol cujo movimento de atravessar fronteiras é aqui analisado. Analisamos a circulação dos jogadores brasileiros através das fronteiras e no interior da zona (também chamada de bolha) constituída de espaços homogeneizados, vigiados, protegidos, de acesso restrito – aeroportos, estádios, hotéis, centros de treinamento, clínicas médicas, clínicas de fisioterapia, saunas -, que poderiam ser designados como não-lugares. E seu trânsito nos lugares (a casa) marcados pela busca de uma brasilidade. Inicialmente, tratamos dos destinos preferenciais dos jogadores brasileiros transferidos para o exterior e especialmente, para Portugal, país que lidera a captação desse fluxo migratório.

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