Gestão Por Competência na Construção de Um Modelo de Formação Para árbitros de Futebol

Por: Nivia Marcia Velho.

157 páginas. 2010 00/00/0000

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Resumo

A presente pesquisa teve como objetivo geral apresentar competências básicas para proposição de um modelo de formação para árbitros de futebol. Trata-se de um estudo de natureza aplicada, é um trabalho descritivo do tipo estudo de caso com análise qualitativa. A população foi constituída por dois grupos, responderam ao questionário alunos árbitros, e árbitros que fizeram teste para atuar na temporada de 2010 em Santa Catarina. Responderam às entrevistas árbitros, árbitros assistentes e um presidente de comissão estadual de arbitragem, atuantes em escolas de formação no País. Os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram: documentação, observação direta, questionário e entrevista. Os dados das entrevistas foram analisados segundo o método de análise de conteúdo e, para codificação dos dados, foi utilizado o software ATLAS TI. Com base na pesquisa foi possível identificar, através das categorias que emergiram da análise, algumas competências básicas a serem consideradas na trajetória do árbitro de futebol: 1. Na gestão de carreira verificou-se que a arbitragem não é profissão, é apenas uma ocupação, para ser exercida requer que o indivíduo tenha uma profissão de origem e investimentos pessoais materializados na procura por um curso em escolas que funcionem com regularidade e que estejam comprometidas com o currículo mínimo estabelecido em convenção nacional; 2. Aquisição do conhecimento inicial nas escolas de formação conta com alguns pré-requisitos fundamentais que devem ser trazidos de casa, e com a utilização dos conhecimentos tácito e explícito que darão efetivo suporte à tomada de decisão nas ações do jogo; 3. Na disseminação do conhecimento identificou-se a necessidade de serem estabelecidas parcerias com as universidades e buscar escolas independentes das federações, preocupadas com a criação, aquisição e disseminação do conhecimento, sem interferência de interesses políticos; 4. Na gestão por competências emergiu a competência física que vem sendo trabalhada ao longo dos anos; a competência técnica refletida no conhecimento das regras do jogo também é reconhecida como fundamental; além das competências mental e social, com discussões mais recentes e ainda carentes de estudos e métodos para serem desenvolvidas.

Endereço: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/94424

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