Halterofilismo Paraolimpico

Por: Jéssica Pereira Nascimento.

II Congresso Paraolímpico Brasileiro

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Resumo

Com o fim da 2ª Guerra Mundial, o grande número de combatentes que sofreram graves lesões corporais tomou conta dos países europeus que participaram do conflito. Essa nova realidade influenciou o início de um trabalho de reabilitação médica e social de veteranos de guerra. São essas as raízes dos esportes paraolímpicos, que por meio da prática de atividade esportiva, é possível restabelecer a saúde física e mental do indivíduo. O halterofilismo apareceu pela primeira vez em uma Paraolimpíada, em 1964, em Tóquio. A deficiência dos atletas era exclusivamente lesão da coluna vertebral. Até os Jogos de Atlanta (1996), somente os homens competiam. Ao contrário do que possa parecer, a modalidade não depende só de força, mas também de técnica. Tamanho crescimento foi ocasionado pela participação feminina, de competidores amputados, paralisados cerebrais, dentre pessoas com outros tipos de deficiência motora. As regras do esporte são similares às adotadas em competições olímpicas. O Comitê de Halterofilismo do Comitê Paraolímpico Internacional é o órgão responsável pela administração e desenvolvimento da modalidade, criado em 1989. É a única modalidade em que os atletas são categorizados por peso corporal, como no halterofilismo convencional. São elegíveis para competir atletas amputados, les autres – que significa "os outros" (inclui todos os outros que não se enquadrem nos grupos já citados) com limitações mínimas, atletas das classes de paralisia cerebral e atletas das classes de lesões na medula espinhal. Os competidores precisam ter a habilidade de estender completamente os braços com não mais de 20 graus de perda em ambos os cotovelos para realizar um movimento válido de acordo com as regras.

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