Identidades Imaginadas: Futebol e Nação na Crônica Esportiva Brasileira no Século XX

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381 páginas. 2007 00/00/0000

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Resumo

1. INTRODUÇÃO

Futebol se joga no estádio? Futebol se joga na praia, Futebol se joga na rua, Futebol se joga na alma. (Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de Futebol, p. 21).

1.1 Literatura e Esporte no Brasil 

Início do século XX. Mesmo ainda chamado, segundo a grafia inglesa, de football, o esporte que brevemente se tornaria um elemento altamente enraizado na cultura brasileira, esporadicamente aparecia como tema central nas crônicas literária. Não que fosse um ponto pacífico. Ao contrário, o futebol se tornara, para nomes de destaque da literatura, um tópico de intenso debate. Se, por exemplo, Coelho Neto o defendia fervorosamente, pregando a importância dos valores morais e educativos vinculados a este tipo de esporte – discurso racionalizado, mas embutido da paixão, lembrando que o autor era vizinho e associado do Fluminense Football Club –, no extremo oposto, encontrava-se o literato que era o mais crítico às mudanças modernistas: Lima Barreto. Entre os extremistas, se encontrava a posição moderada de vários escritores de renome, como Paulo Barreto (“João do Rio”), Gilberto Amado, Monteiro Lobato, entre outros. 

Endereço: http://hdl.handle.net/1884/13529

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