Inclusão nas Aulas de Educação Física: Um Debate a Partir da Língua Brasileira de Sinais

Por: Juliana Maria Nunes Gomes, Kassiano de Kássio Rosa da Silva, Rayanne Mesquita Estumano e Vera Solange Pires Gomes de Sousa.

XXI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte e VIII CONICE - CONBRACE

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Resumo

INTRODUÇÃO

A inclusão do Surdo2 nos segmentos sociais, têm sido discutida pela garantia dos direitos destes, desde a Declaração de Salamanca (1994, p. 1) onde iniciou a luta pelos direitos, inclusive de sua escolaridade e portanto nas aulas de Educação Física (EF). Nota-se que a inclusão não é um processo simples, e sim construída com constante qualificação de profissionais. Segundo Mantoan (2003, p. 16) não é apenas garantir o acesso do aluno à escola, mas ir desde o processo de integração, à consolidação da escolaridade para um desenvolvimento pleno. Posto que a inclusão é necessária para efetivar a aprendizagem dos alunos Surdos, este estudo é resultado da inquietação de pesquisadores que além de atuarem com a temática, preocupam-se com a inclusão deste público. Desde fomentar cabíveis adaptações nas aulas de EF para inclusão do aluno até o engajar da comunidade escolar no processo ensino-aprendizagem. Nesse constructo objetiva-se identificar como as práticas pedagógicas (PP) inovadoras de uma aula de EF podem contribuir para inclusão do aluno Surdo.

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