Influência de Programas Não-formais de Exercícios (doméstico e Comunitário) Sobre a Aptidão Física, Pressão Arterial e Variáveis Bioquímicas em Pacientes Hipertensos

Por: Luisa Vivian Liane Mattos Pinto, Paulo de Tarso Veras Farinati e Ribeiro de Meirelles.

Revista Brasileira de Medicina do Esporte - v.9 - n.5 - 2003

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Resumo

Fundamentos e objetivo: O exercício físico é aceito como stratégia complementar no tratamento da hipertensão rterial. Contudo, são poucos os estudos que analisaram efeito potencial de programas cujo controle do volume e treinamento é menos estrito, principalmente os ão-supervisionados. Assim, o estudo investigou os feitos de dois programas não-formais de exercício sobre a pressão arterial, aptidão física e perfil bioquímico anguíneo de adultos hipertensos. Métodos: Foram companhados por 18 meses participantes um programa de xercícios não-supervisionado (extramuros) (n = 29; dade = 53 ± 11 anos) e outro de tipo comunitário ginástica) (n = 42; idade = 62 ± 9 anos). Foram nalisados os níveis de pressão arterial, aptidão física (peso corporal, percentual de gordura, IMC, somatório de dobras, relação cintura-quadril, capacidade ardiorrespiratória) e variáveis bioquímicas (colesterol total, LDL, HDL, triglicerídeos e glicemia). O programa xtramuros consistia em atividades programadas para erem feitas em casa (caminhada e flexibilidade), três ezes por semana, com treinamento dos sujeitos para ontrole da intensidade e duração das atividades e reenchimento de fichas individuais, que eram entregues eriodicamente à equipe de pesquisa. O programa omunitário envolvia atividades ginásticas em grupo, inistradas por profissionais de educação física, também feitas três vezes por semana. Em ambos os programas, as variáveis foram medidas trimestralmente e os dados ratados por meio de ANOVA para medidas repetidas (p < ,05). Resultados e conclusão: Os resultados indicaram ue ambos os programas tiveram efeitos positivos, rincipalmente na composição corporal (quantitativa e istribuição regional) e perfil lipídico sanguíneo. As epercussões sobre a pressão arterial, apesar de dentificadas estatisticamente, revelaram-se menos onsistentes. Não houve efeitos importantes sobre o erfil bioquímico sanguíneo. Conclui-se que programas ão-formais de atividades físicas podem ter influências enéficas sobre a condição geral de hipertensos, mas seu potencial quanto a efeitos mais específicos deve ser melhor apreciado em estudos futuros.

Endereço: http://www.scielo.br/pdf/rbme/v9n5/v9n5a04.pdf

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