Jogos Tradicionais e Percepção Ecológica das Cores nas Aulas de Educação Física

Por: Kelly Cristina Alves de Araujo.

94 páginas. 2018 26/04/2018

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Resumo

Trata-se de uma pesquisa do tipo participante, com abordagem analítica dos dados que apresenta os resultados do Programa de Jogos Sensoriais para a Educação Infantil (PROJSEI), com enfoque na percepção visual, com trinta crianças de quatro e cinco anos, estudantes da educação infantil de duas turmas da escola de educação básica da Universidade Federal da Paraíba. O objetivo foi analisar como a percepção ecológica das cores afeta a percepção-ação no jogo. O PROJSEI jogos visuais foi ministrado em doze aulas para cada turma, cada aula com uma hora de duração em um período de dois meses. A proposta de intervenção na escola cumpriu as seguintes etapas: a) ?Apresentação?, em que o projeto de pesquisa foi apresentado à coordenação pedagógica e as professoras das turmas, para que pudessem ter acesso ao cronograma de aulas e a documentação; b) ?Avaliação?, nesse momento as crianças foram observadas nas situações de movimento, quais jogos elas brincavam, quais os espaços da escola que elas mais utilizavam, tendo como subsídio para esse processo um roteiro de observação; c) ?Conversação?, elaborou um roteiro de entrevista semiestruturada em que, a partir de um passeio pelas dependências da escola, com o auxílio de uma filmadora portátil para o devido registro, íamos entrevistando as crianças com a finalidade de conhecermos a rotina delas na escola; d) ?Realização?, em que foram realizadas as aulas propriamente ditas, buscando integrar todos os alunos, a partir da estrutura de aula-laboratório da Pedagogia da Corporeidade que é uma teoria-metodológica para a educação física, que compreende as situações de movimento como possibilidade para a experiência do brincar em suas dimensões artística, educativa e terapêutica, objetivando favorecer a reconfiguração existencial para um modo de viver mais criativo. Para demonstrar com mais precisão os resultados do PROJSEI jogos visuais, o roteiro de observação serviu de instrumento para separarmos as aulas em três fases: reconhecimento, de intervenção I e de intervenção II, organizando melhor as unidades de contexto nas fases e desenvolvendo as possibilidades apresentadas nas unidades de registro; as aulas ocorreram duas vezes por semana, sendo distribuídas duas aulas para a fase de reconhecimento, cinco aulas para a fase de intervenção I e cinco aulas para a fase de intervenção II. Para análise dos dados utilizamos a análise de conteúdo categorial e a discussão a partir da teoria ecológica gibsoniana. Os resultados da intervenção e análise dos dados estão apresentados no artigo 1 ? A percepção-ação nas aulas de Educação física: uma análise a partir da movimentação das crianças nos jogos? em que analisamos, nos jogos aplicados, as possibilidades de movimentação, como também as possibilidades que surgiram entre o agente (criança) e o ambiente ( escola ) constituindo affordances, e no artigo 2 ?As possibilidades de ação por meio da percepção ecológica das cores nas aulas de educação física?, percebendo como os alunos exploraram o ambiente utilizando os objetos disponíveis e as cores no espaço favorecendo novas ações nas aulas. 

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