Lei Seca no Período do Vestibular e Sua Relação com as Políticas Públicas de Lazer

Por: Flávia Évelin Bandeira Lima, , Luis Miguel Martins e Marcelo Kuhne de Oliveira Sponchiado.

Licere - v.13 - n.1 - 2010

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Resumo

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) possui uma população acadêmica de aproximadamente 24 mil estudantes. Durante o vestibular, a cidade chega a receber cerca de 20 mil candidatos, os quais ficam hospedados próximos à universidade. Após as provas, candidatos e acadêmicos se aglomeram em determinados bares e lanchonetes para se confraternizarem em torno de comida, bebida, paquera e som alto. Essa festa dos jovens causou transtornos ao descanso dos moradores, que, por sua vez, obtiveram a proibição do consumo de bebida em lei municipal. O presente trabalho visa compreender a Lei Seca como uma (falta de) política pública de lazer para a juventude, tendo como norte a opinião da população sobre a festa. Descobriu-se que há entre os moradores e estudantes soluções para os conflitos gerados pela festa. Dessa forma, concluiu-se que a lei foi prematura, revelando a dificuldade do poder público em dialogar com os jovens e a deficiência de políticas públicas voltadas ao lazer dos mesmos.

Endereço: http://www.anima.eefd.ufrj.br/licere/sumario.html?ed=23

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