Materiais Curriculares na Educação Física: Representações da Escola e do Esporte no Cinema

Por: Cássia Regina Graciotto.

X EnFEFE - Encontro Fluminense de Educação Física Escolar

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Introdução

A educação física, nas últimas décadas no Brasil, foi marcada por grandes discussões acadêmicas que apontaram para a necessidade de superação de práticas de aprendizagem técnico-desportivas e para o desenvovimento de políticas e ações educativas que proporcionassem conhecimentos amplos sobre a cultura e contribuissem com uma visão e atitude crítico-reflexiva dos alunos.

Baseado em referências críticas da educação Pirolo (2004), em sua tese de doutorado, observou que muitas são as dificuldades dos professores no cotidiano escolar. Parte das justificativas apresentadas pelos professores estão condicionadas à falta de materiais para o trabalho pedagógico, ou seja, à dependência de recursos materiais da industria cultural desportiva (bolas, redes, aparelhos ginásticos), atendendo a objetivos convencionais tais como desenvolver destrezas físicas e habilidades coporais. A autora ainda expõe que existem resistências em discutir os conteúdos de forma contextualizada aproveitando outros recursos que ajudem na reflexão dos alunos.

Zabala (1998) entende que os materiais curriculares são instrumentos que servem de referências para tomar decisões no planejamento, intervir no processo de ensino e avaliar inclusive o próprio ato educativo. Sua eleição, elaboração e utilização deve estar orientada ao desenvolvimento do pensamento dialético, à percepção das contradições sociais e à capacidade de tomada de decisões em favor do desenvolvimento humano.

Compreendendo desta maneira, um trabalho mais reflexivo, contando com textos de apoio, músicas, áudio visuais, filmes, etc, pouco tem acontecido nas práticas educativas em educação física sendo necesário repensar em nossas atitudes pedagógicas, o entendimento que temos de educação, as estratégias de ensino que desenvolvemos e a escolha e uso dos materiais curriculores, frente aos avanços tecnológicos que invadem a escola e estão presentes no cotidiano de cada um de nós.

Napolitano (2004, p.11-12) acredita que os filmes representam uma nova possibilidade educativa da qual o professor pode fazer uso e trabalhar em sala de aula. Para o autor o trabalho com o cinema no cotidiano escolar poderá "ajudar a escola a reencontrar a cultura ao mesmo tempo cotidiana e elevada, pois o cinema é o campo no qual a estética, o lazer, a ideologia e os valores sociais mais amplos são sintetizados numa mesma obra de arte". O cinema então deixaria de ser mero entretenimento e passaria a ser um ambiente de reflexão; uma ferramenta de conhecimento facilitadora do processo educativo.

Objetivos

Nosso interesse nesta investigação esteve voltado à essa pouca preocupação com o uso de materiais curriculares reflexivos em educação física, mais especificamente, na área de imagem e som. Por isso nossa motivação foi de avançar no campo das filmagens cinematográficas que tivessem a escola e o esporte como conteúdo. Nosso objetivo foi identificar e analisar no contexto dos filmes, as representações do esporte no ambiente escolar e o seu caráter ideológico de forma a servir como material auxiliar no trabalho pedagógico do professor.

Metodologia

O presente estudo caracteriza-se por uma abordagem qualitativa, de acordo com Triviños (1992). Segundo o objetivo proposto este se enquadra numa linha de pesquisa documental (Gil, 1995) cujos procedimentos para a obtenção dos dados foram: levantamento bibliográfico de livros, teses e artigos que tratavam de cinema, escola, esporte, educação etc; levantamento de filmes através de locadoras e da internet onde encontramos 82 obras que nos foram disponibilizadas e assitidas passando por uma segunda triagem, mais específica em busca de mais elementos para o processo de análise. Assim, selecionamos 4 obras as quais nos debruçamos: Coach Carter - Treino para a Vida (2005); Escola da Vida (2005); Duelo de Titãs (2000) e Momentos Decisivos (1988).

Para analisar o contexto dos filmes, fizemos uso da análise de conteúdo de Bardin (1997) que orienta para os procedimentos de pré-análise, exploração dos dados e interpretação do material. Também nos utilizamos de Triviños (1992, p.159) que defende que este tipo de técnica "ganha força e seu valor exclusivamente mediante o apoio de determinado referencial teórico" que para ele deve se inscrever na linha crítica e dialética..

A escola e o esporte no cinema: Conceitos, valores e relações sociais veiculados nos filmes
Inúmeros filmes tratam da escola e, a partir de suas imagens, direta ou indiretamente, formamos nossa idéia de escola, de professor e de aluno. A forma como alguns filmes tratam as relações ocorridas nesse espaço social, os desafios e conflitos enfrentados pelos personagens, nos ajudam a perceber a forma como a escola está inserida na sociedade.

Na maioria das vezes os filmes que têm como cenário a escola, seja como referência central ou não, retratam modelos de representações ideológicas e modelos heróicos dentro desse cenário. Visto que a indústria cinematográfica é dominada pelo cinema Norte Americano, as representações da escola, e do esporte, trazem as marcas da educação elitista nesse país. Figuram professores e diretores com métodos nada convencionais de ensinar e administrar que acabam sendo os grandes heróis da história.

Assim como o cinema, o esporte é fruto das mudanças culturais, sociais e econômicas da sociedade que podem ser observadas desde o fim do século XVIII. Segundo Bracht (2005) o esporte se modernizou no século XVIII, na Inglaterra, a partir de um processo de esportivização dos jogos presentes nas classes populares e dos elementos da cultura corporal da nobreza inglesa. Sua esportivização aconteceu dada às novas condições de vida, resultantes do processo de urbanização e industrialização, levando-o a assumir as formas modernas, até tornar-se a expressão hegemônica da cultura corporal das sociedades onde o modo de produção é capitalista.

Com o processo de massificação dessa nova diretriz, o esporte tem servido de elemento de alienação e de crenças no seu papel mágico que conduz ao êxito, às conquistas pessoais (e até profissionais), à ascensão social, saúde entre outros aspectos. É de se notar que na escola tem tido lugar privilegiado na educação física, não se eximindo de críticas como reprodutor da instituição desportiva e que precisa ser superado (Bracht, 1999). No âmbito cinematográfico ele também tem um espaço de destaque em uma grande maioria de filmes: "Duelo de Titãs"; "Momentos Decisivos"; "Prova de Fogo", "Escola da Vida", "Clube do Imperador", "Encontrando Forester", etc. Suas imagens transmitem idéias, conceitos e valores que podem ajudar a compreender como e porque este fenômeno na escola tem realizado um papel de reprodutora do status quo e das relações de poder.

Podemos dizer também que os filmes analisados buscam resgatar as emoções desencadeadas pelas competições esportivas, como algo de extrema sensibilidade levando a idéia de que é possível, com sua prática, mudar comportamentos indesejáveis socialmente. Ocorre aí uma aceitação inconsciente de um valor como verdade absoluta e inquestionável cujo pano de fundo é a retratação e reprodução das estruturas de classes da sociedade capitalista conforme expressa Bracht (2005). É muito comum que o expectador passivo se identifique com certos personagens ou situações, compartilhando, e até mesmo reproduzindo, certos valores e estereótipos.

Segundo Smirnov apud Fabiano (1999, p.24 e 101) "a representação do conceito é a imagem que se forma na consciência individual. [...] O conceito é produto das relações sociais, logo, se modifica juntamente com tais relações. [...] A indústria cultural enquanto expressão ideológica torna-se um meio importante para se atingir o nexo que dá liga no processo de reprodução das relações de produção social. O arcabouço ideológico que emana desse contexto social industrializado se sustenta enquanto estrutura e organização, justamente pela forma subliminar com que se entrojeta na consciência dos indivíduos".

Nesse sentido, os conceitos veiculados pelos filmes analisados encontram-se no cotidiano de seus leitores e esses identificam suas histórias com a história de seus personagens, muitas vezes representando parte de suas vidas. Em seus enredos buscamos identificar o conceito de escola, de professor e de técnico.

O filme Escola da Vida (2005) é o que mais têm presente a imagem da escola, pois sua estrutura narrativa se passa nas salas e corredores da escola, diferentemente dos outros filmes, que na maior parte do tempo têm imagens dos ginásios e quadras esportivas.

Percebe-se a predominância da concepção tradicionalista e, através da imagem do professor de Biologia, o Sr. Warner, vemos claramente uma visão tecnicista do ensino onde o enfoque é no ensino e não na aprendizagem. No decorrer do filme percebemos que este conceito de escola tradicional entra em choque com o de escola nova, através da figura do novo professor de história, Sr. D., que conduz suas aulas como um processo de pesquisa voltado para atividade do aluno.

O conceito de professor acaba acompanhando o conceito de escola e novamente temos presente a imagem de professor mais presente no filme Escola da Vida (2005) e este também apresentará o choque entre a pedagogia tradicional e o escolanovismo. O Sr. D. é um exemplo de professor contra esses padrões tradicionais da educação. Na maioria das vezes as cenas mostram o modelo de herói a ser seguido.

Esta figuração de professores e diretores como grandes heróis da história, com métodos nada convencionais de ensinar e administrar o ensino são comuns nos filmes norte americanos, como exemplos, poderíamos citar, além dos filmes aqui analisados, Sociedade dos Poetas Mortos (1989), Encontrando Forrester (2000), O Sorriso de Monalisa (2003), Mentes Perigosas (1995), O Clube do Imperador (2002), entre outros.

Tendo em vista que os filmes analisados retratam, em sua maioria, os times esportivos de suas escolas, e por esse motivo pouco se vê a imagem dos professores, no âmbito do conceito de professor acreditamos ser fundamental analisar o conceito de técnico veiculado. Utilizamos o termo "técnico" porque nos filmes Duelo de Titãs (2000) e Coach Carter (2005) o "professor" que treina a equipe esportiva não é um professor de educação física, nem mesmo um professor de alguma disciplina regular na escola.

No filme Escola da Vida (2005) o professor de educação física acaba passando a impressão de um professor incompetente, incapaz de dirigir o time de basquete da escola, o que, segundo Oliveira (1987) reflete a imagem que muitos ainda têm do profissional de educação física: de ignorância. O autor reconhece a existência de muitos profissionais de educação física conformados com os problemas e interesses da classe que mantém-se alienados no individualismo e se enquadram neste estereótipo de "famoso professor de colégio que trabalhava na base da bola-para-os-alunos-jogarem-futebol-e-jornal-sob-o-braço-para-ler-durante-a-aula" (op.cit.. p.35).

O técnico Carter de Coach Carter (2005) possui um método de trabalho não muito bem aceito, tanto pelos alunos como pela escola e comunidade, passando longe da imagem de um mero técnico esportivo. Semelhante aos demais filmes, seus treinos exigem uma disciplina rígida, o que nos remete ao problema da indisciplina, tema que deixa muitos professores inquietos, e pode nos levar a discussão de padrões de comportamento aceitos, regras sociais e da escola e, principalmente, o processo de comunicação professor/aluno.

Esse conceito de técnico nos direciona ao conceito de esporte que é fundamentado nos princípios de especialização, padronização e rendimento existentes no esporte competitivo, ou seja, o esporte é trabalhado nas escolas com o objetivo de rendimento através do desenvolvimento de competências técnicas, visando a obtenção de resultados e o máximo de rendimento de seus atletas.

Bracht (1992) afirma que, com o desenvolvimento quantitativo do esporte no período após a II Guerra Mundial e sua conseqüente afirmação como elemento hegemônico da cultura de movimento, a educação física assume os códigos da instituição esportiva, da forma que temos "não o esporte da escola e sim o esporte na escola", ou seja, temos no âmbito escolar o esporte subordinado aos códigos e sentido da instituição esportiva, e seu ensino predominantemente através da aprendizagem das técnicas e táticas esportivas enfocando, ainda, quase que exclusivamente as bases fisiológicas e neuro-motoras (op.cit., p.22).

No espaço esportivo figura-se aspectos como a exclusão, o rendimento e o vencer a qualquer custo. Alguns valores, como a competitividade e a individualidade que deveriam ser severamente questionados ao entender o esporte como fator educativo, acabam sendo transferidos para o ambiente escolar e influenciam diretamente a formação da personalidade de nossas crianças e jovens. Ao retratar tais valores nos filmes, retratam o aspecto mercantil que o esporte têm assumido em nossa sociedade. Em todos os filmes analisados percebemos este aspecto da competitividade, que segundo Nori (2002, p.15) é valorizado pelos meios de comunicação e "move e direciona o atual período da nossa história. Por princípio, o homem contemporâneo há de ser competitivo. Competir é preciso".

Esta imagem do esporte escolar como cópia do esporte de alto rendimento é identificado não apenas nos filmes aqui analisados mas também em outros, onde podemos citar, entre outros, Carruagens de Fogo (1981), Finish Line (1989), Prefontaine (1997) e Prova de Fogo (1998).

Percebemos ainda outros conceitos e valores relacionados ao esporte, como no filme Duelo de Titãs (2000) percebemos que a idéia central é a questão racial cujo esporte tem a função de ocultar as desigualdades sociais, unificando as diferenças entre crenças, credo, etnia, condição sócio-econômica ou qualquer conflito social, não havendo espaço para o preconceito, a exclusão e a discriminação.

Percebemos que na maioria dos filmes sobre esporte escolar o esporte é retratado como um fenômeno cultural capaz de oferecer oportunidades na vida através da figura do técnico que procura dar exemplos de bons costumes, de princípios e de valores para projetar-se na vida e ocupar papel de destaque na sociedade. Frigotto (1993) evidencia pesquisas que mostram que no processo de socialização presente na escola os aspectos ligados a atitudes e valores são importantes na medida em que se aproximam das necessidades em relação a produtividade, funcionalidade, disciplina e respeito à hierarquia, exigidas pela própria escola.

Os filmes em questão retratam ainda as relações entre o professor/técnico com os alunos, e destes com a escola, com a família e com as sociedades, quase sempre numa perspectiva de aceitação das normas instituídas, da autoridade e do respeito às leis que refletem as valorizações positivas baseadas na teoria estrutural-funcionalista, que descreve como funções do sistema os elementos isolados do sistema social, como a educação e o esporte, ou seja, "eles são importantes desde que tenham importância funcional para o sistema, mantendo, portanto, sua estabilidade como unidade de funcionamento" (Bracht, 1992, p.60). Portanto, a partir das regras impostas pelos sistemas competitivos o esporte têm a função de imprimir no comportamento as normas desejadas da competição.

O autoritarismo observado nas relações entre técnico-professor e estudantes-atletas é comum nos filmes que contam a história de times esportivos de escolas norte-americanas, e não se diferencia do presenciado na sociedade capitalista. "O sujeito tenta se impor pela posição que ocupa na hierarquia, seja ela escolar ou social" observa Silva (2004, p.102). A autoridade e a postura de militar parece estar indissoluvelmente associada a imagem de técnico.

Acreditamos que muitos outros pontos podem ainda ser analisados nos filmes selecionados. Nesse estudo nos limitamos a analisar os fatores envolvendo os conceitos, valores e relações sociais mais marcantes. Entendemos que a identificação com um filme depende em grande parte dos valores individuais, da história de vida e da cultura na qual está inserida, das experiências anteriores com meios audiovisuais. Devido ao seu potencial como veículo de representações sociais, um filme pode refletir padrões estéticos, sociais e culturais de forma consciente ou inconsciente, pois ao ser produzido acaba sendo influenciado pelos códigos da sociedade da época ao qual está inserido, legitimando o discurso dessa mesma sociedade.

Conclusões

Em nosso estudo percebemos que a maioria dos filmes que retratam o esporte, em maior ou menor grau, apresenta os aspectos técnicos, táticos, pedagógicos, político-sociais, psicológicos e ambientais do esporte, numa perspectiva ideológica de convencimento ou de moralidade. O processo esportivo tem figurado, desta forma, como um exemplo a ser seguido, tanto no aspecto específico de sua prática em si, quanto no processo de transferência de suas mensagens para outras atividades humanas e práticas sociais. Em sua maioria, os filmes vêm retratando a importância da formação física e estética na construção de cidadãos preparados para o enfrentamento da vida.

Eles também mostram como devem ser as relações entre o professor/técnico como os alunos, e destes com a escola, com a família e com as sociedades, quase sempre numa perspectiva de aceitação das normas instituídas, da autoridade e do respeito às leis. Para Carmo (2002, p.17) "um filme não é uma representação do belo, mas uma representação do social", merecendo nossa atenção pedagógica, que requer refletir sobre os padrões estéticos, sociais e culturais.

Podemos dizer que além dos filmes constituírem-se em conhecimento, eles veiculam, em suas imagens e códigos, diversas situações ideológicas, políticas e sociais. Na escola, entretanto, estes têm sido tratado mais como um recurso lúdico e de distração e menos como objeto de ensino, sendo raramente explorado seu potencial didático pedagógico. Se o acesso ao cinema e aos filmes vem crescendo em diferentes contextos sócio-culturais no sentido de alcançar a maioria dos indivíduos, a mediação da escola é cada vez mais necessária para possibilitar uma discussão qualificada e favorecer o desenvolvimento do pensamento e da atitude crítico-reflexiva dos alunos.

Obs. As autoras, acadêmica Cássia Regina Graciotto (cgraciotto@gmail.com) e as professoras Alda Lucia Pirolo e Deiva Mara Delfini Batista Ribeiro são da Universidade Estadual de Maringá

Referências

  • Bardin, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Livraria Martins Fontes, 1977.
  • Bracht, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. Ijuí: Ed. Unijuí, 2005.
  • ¬¬¬__________. Educação física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992.
  • Carmo, Leonardo. O cinema na escola. Cadernos de Cinema e Educação, Goiás, v.1, 2002. p. 9-22.
  • Fabiano, Luiz Hermenegildo. Indústria cultural: da taxidermia das consciências e da estética como ação formativa. Tese (doutorado em Educação) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos: Ufscar, 1999.
  • Frigotto, Gaudêncio. A produtividade da escola improdutiva: um (re)exame das relações entre educação e estrutura econômico-social e capitalista. São Paulo: Cortez, 1993.
  • Gil, A. C. Métodos e Técnicas de pesquisas social. São Paulo: Atlas, 1995.
  • Napolitano, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.
  • Nori, Célio. Boleiros da areia: o esporte como expressão de cultura e cidadania. São Paulo: Sesc, 2002.
  • Oliveira, Vitor Marinho de (org.). Fundamentos pedagógicos educação física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1987.
  • Pirolo, Alda Lucia. El trabajo pedagógico de los profesores de Educación Física de la enseñanza fundamental: un estudio de casos (Tese de Doutorado). Programa Desarrollo Profesional e Institucional para la Calidad Educativa. Barcelona: Universidade de Barcelona, 2004.
  • Silva, Rosangela Trabuco Malvestio da. Televisão, infância e educação: o impacto de programações no desenvolvimento do pensamento. Dissertação (mestrado em Educação) - Universidade Estadual de Maringá, Maringá: Uem, 2004.
  • Trivinos, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1992.
  • Zabala, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

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