Maturação Esquelética e Crescimento em Crianças e Adolescentes

Por: Dalmo Roberto Lopes Machado e Valdir José Barbanti.

Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano - v.9 - n.1 - 2007

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Resumo

O crescimento físico durante a adolescência pode receber diversas interpretações quando as diferenças entre idade biológica e idade cronológica (IC) não são consideradas. A idade óssea (IO) é reconhecida como um eficiente indicador biológico, assim, a repercussão que a classificação etária feita com base na idade cronológica ou na idade biológica tem no crescimento de escolares, foi o objeto de estudo em 233 escolares de nove a 16 anos de ambos os sexos (fem=109; masc=114). A IO foi determinada por radiografi a de punho e mão e o crescimento por antropometria convencional (estatura, massa corporal e dobras cutâneas). Os resultados mostraram que a IO foi em média maior que a IC, e com maior variabilidade no sexo feminino: o sexo feminino estava mais maduro que o sexo masculino em todas as idades, todavia o sexo masculino apresentou maiores médias fi nais na estatura, na massa corporal e menores valores de dobras cutâneas. Observaram-se maiores diferenças entre IO e IC, a partir dos 13 anos, no sexo feminino e dos 12, no sexo masculino, com maiores evidências no sexo feminino. Além do mais, a signifi cância estatística entre as idades também foi diferente nas diferentes idades em ambos os sexos. Concluiu-se que durante o crescimento, a maturação biológica é um importante fator a ser considerado, mas apresenta comportamento distinto em diferentes idades e sexos.

Endereço: https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/4025

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