Máxima Fase Estável de Lactato Durante a Natação em Ratos Recuperados de Desnutrição Protéica

Por: Claudio Alexandre Gobatto, Francisco J. Andreotti Prada, Helton André Hermini, Marcelo Ppoti, Maria Alice R. de Mello, Patricia Berbel L. de Almeida e Thais Guimarães Eleno.

Motriz - v.9 - n.2 - 2003

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Resumo

O presente estudo objetivou determinar a máxima fase estável de lactato (MLSS) em ratos recuperados de desnutrição em comparação com ratos eutróficos. Os ratos foram submetidos a 2 tipos de dietas: normoproteica (N= 17% proteína por 60 dias) e hipoproteica (H=16% proteína por 30 dias e 17% proteína por 30 dias). Cada animal realizou 4 testes de natação por 20 minutos suportando sobrecargas ente 4,5 e 7,5% da massa corporal, com coleta de sangue para análise de lactato em repouso e a cada 5 minutos de exercício. Houve estabilização do lactato sangüíneo nas cargas de 4,5% e 5,5% e a máxima fase estável foi obtida na carga de 5,5%, a uma concentração sangüínea de lactato de 5,5 ± 0,4 mmol/L nos ratos N e de 4,7 ± 0,3 mmol/L nos ratos H. Esses resultados indicam que a desnutrição protéica altera a cinética de lactato no exercício em ratos. Palavras-chave: Desnutrição protéico-calórica; recuperação nutricional; exercício e “máxima fase estável de lactato”.

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