Mulher Faz Ciência. 10 Cientistas, Muitas Histórias

Por: Fapemig.

26 páginas. FAPEMIG. 2019

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Sobre a Obra

Apresentação

As dez cientistas que você vai conhecer a seguir são bastante diferentes entre si. Algumas são pioneiras e experientes, como Rosaly Lopes, astrônoma brasileira na Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos; ou Sonia Guimarães, primeira mulher negra a obter o título de doutora em Física no Brasil e a ser professora do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), instituição considerada por muito tempo como território masculino.

Há também jovens cientistas que tiveram ideias inovadoras, como Myllena Cristyna da Silva, moradora do interior do Ceará, filha de um agricultor e de uma empregada doméstica, que sempre estudou em escola pública. Ela mostra que com esforço e dedicação é possível, sim, mudar o próprio destino e fazer diferença no mundo. E sua trajetória está apenas no começo.

A escolha dos nomes que integram esta lista foi quase intuitiva. Não se pretende criar um ranking das melhores pesquisadoras brasileiras, até porque seria injusto deixar muitas de fora. Três das dez escolhidas são de Minas Gerais e a melhor explicação para isso é a proximidade, já que a iniciativa parte da FAPEMIG. É preciso reconhecer que este trabalho tem enorme potencial de ampliação, até mesmo para abranger todas as regiões do País (Norte e Centro-Oeste não foram contempladas).

As personagens aqui retratadas ganharam visibilidade, recentemente, na mídia, graças a prêmios conquistados, a exemplo de Rafaela Salgado Ferreira. Ela é uma das 15 mulheres em todo o mundo reconhecidas como talentos promissores internacionais pela Fundação L’Oréal e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Também apresentamos pesquisadoras engajadas em questões sociais, como Fernanda Staniscuaski, que propõe o debate sobre um tema ainda pouco discutido entre a comunidade científica: a conciliação entre maternidade e carreira, como em qualquer outra profissão.

As cientistas reunidas neste e-book são como você por representarem a diversidade. Elas mostram que é possível lutar pela igualdade de espaço nas ciências para homens e mulheres, brancos, negros, indígenas, pessoas de todas as cores e todos os níveis sociais. São pesquisadoras diferentes entre si mas também iguais, se considerarmos que praticamente todas as trajetórias são marcadas por desafios superados. Eles vão da insistência em pesquisar remédios pouco lucrativos para a indústria farmacêutica, passando pelo desejo de conciliar vocações aparentemente diferentes, até o maior deles: o preconceito, às vezes pelo simples fato de serem do sexo feminino. O objetivo deste livro é servir de inspiração para que meninas e mulheres sigam a carreira científica, se assim desejarem. Nem o céu pode ser limite para quem deseja conquistar o espaço. 

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