Mulheres Olímpicas: Aproximações com a Teoria Feminista do Cinema

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121 páginas. Centro de Memória do Esporte - UFRGS. 2017

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Sobre a Obra

Prefácio Quando, ainda em 1928, a escritora britânica Virginia Woolf dirige suas ideias às estudantes do Newnham College e do Girton College para falar sobre mulheres e ficção, emergiu uma crítica que teve ampla repercussão no pensamento feminista e literário. A compilação das palestras organizada para compor o livro intitulado A Room of One's Own1 teve adaptações para o teatro e Tv, além de reverberações no campo da música e do jornalismo, tamanho seu impacto naquele momento histórico. A autora, que tenciona a necessidade de um espaço literal e simbólico para mulher no campo da tradição literária, principia advertindo sua visão honesta e singela para iniciar o debate: uma mulher necessita de um espaço próprio para se expressar. Passados quase 9 décadas da publicação destas ideias, nos parece que a crítica aos acessos da mulher em diversos espaços de expressão da cultura ainda é atual. Considerando a estrutura patriarcal que organiza boa parte das sociedades, em que os acessos às práticas culturais são controlados e legitimados por meio de interdições diversas, é comum a reificação de cerceamento de vivências da mulher em espaços diversos. Este, claramente, é o caso da restrição de mulheres em espaços esportivos e na produção cinematográfica.

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