Níveis de 25 (oh) Vitamina D, Desempenho Funcional, Composição Corporal e Qualidade de Vida em Idosos com Doença de Parkinson

Por: Marina Neves de Loiola.

73 páginas. 2016 18/04/2016

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Resumo

A Doença de Parkinson é um distúrbio progressivo idiopático neurodegenerativo, sendo que seus principais sintomas envolvem o aparelho locomotor. Pesquisas têm demonstrado a atuação da 25(OH) vitamina D na atuação na patogenia, progressão e manifestação dos sintomas da doença de Parkinson. O objetivo deste trabalho foi investigar a relação entre os níveis séricos de 25 (OH), desempenho funcional, composição corporal e qualidade de vida de idosos com doença de Parkinson. Métodos: Participaram do estudo 35 idosos diagnosticados com doença de Parkinson. Foram realizados testes para mensurar a evolução da doença de Parkinson (Escala Unificada de avaliação para doença de Parkinson e Hoehn & Yarn), questionário de qualidade de vida (PDQL-BR) e, por fim, testes funcionais (Time up and go test, teste de caminhada de 6 minutos, preensão palmar e teste de sentar e levantar em 30 segundos), além da análise da composição corporal por meio do DEXA (absorção dos raio-x de dupla energia) e através de testes específicos. Análise estatística: foi utilizada estatística descritiva como média e desvio padrão para caracterização da amostra. O teste de Shapiro Wilk foi realizado, além da correlação de Pearson, para verificar possíveis associações entre os níveis de 25(OH) e os testes funcionais (p≤0.05). Com a finalidade de checar a relação entre as variáveis dependentes com os níveis de vitamina D, foi realizada regressão multilinear. Resultados: A maioria dos participantes foi classificada como “normal” ao analisar o resultado médio da DMO da coluna lombar (1.161 g/cm3 ± 0.195) e do colo femoral (0.839 ± 0.186). Em geral, os participantes com níveis suficientes de 25(OH) demonstraram médias melhores nos testes realizados quando comparados àqueles participante com níveis insuficientes. Na regressão múltipla stepwise, apenas a massa gorda e o PDQLsistêmicos entraram no modelo. Conclusão: A vitamina D parece atuar a nível muscular. Os resultados indicaram que a vitamina D pode influenciar na progressão dos sintomas da DP. A amostra parece não ter nível adequado de atividade física, apesar de serem apontados como ativos por meio do IPAQ. A gordura corporal parece atuar diminuindo a biodisponibilidade de vitamina D corporal.

Endereço: http://googleweblight.com/?lite_url=http://repositorio.unb.br/handle/10482/19958&lc=pt-BR&s=1&m=638&host=www.google.com.br&ts=1513860436&sig=AOyes_SUiBZScCGQ7Ef9q0aiLkaLOczWWA

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