Nível Socioeconômico e Composição Corporal de Escolares

Por: Andressa Mella.

III Congresso de Ciência do Desporto

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Introdução: O estilo de vida moderno tem contribuído para o aumento da obesidade,pois as crianças e adolescentes ficam mais tempo em frente à televisão, vídeo-game ou computador e pouco se movimentam, além disso, a falta de segurança ou de locais públicos para brincar ou para a prática de exercício também dificulta esta prática. A maior ingestão alimentar de alimentos de baixo valor nutritivo também contribui para o aumento da obesidade infanto juvenil. O presente trabalho apresenta dados iniciais de uma dissertação de mestrado.

 Objetivo: Investigar o nível socioeconômico e a composição corporal de escolares de uma escola da rede pública do município de Santa Bárbara D’Oeste.

 Metodologia: A amostra foi composta por 21 estudantes de uma escola pública, com idade entre 12 e 15 anos, sendo 8 do sexo masculino e 13 do sexo feminino. Para a aferição do peso corporal e da estatura foi utilizada uma balança mecânica Balmak ® e para verificar a composição corporal foi utilizado o protocolo de Slaughter, onde foram utilizadas as dobras cutâneas tricipital e panturrilha medial. Foi verificado também o nível socioeconômico e para isto foi utilizado o Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB), da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP), que divide os grupos populacionais em classes A1, A2, B1, B2, C, D e E, segundo a posse de itens e o grau de instrução dos chefes de família (ABEP, 2009).

 Resultados: A média de idade no gênero feminino foi de 13,5 anos de idade em entre no masculino foi de 13,7 anos. Dentre os avaliados, nenhum indivíduo pertenceu à classe socioeconômica A1, um individuo à classe A2, três indivíduos à classe B1, onze  indivíduos à classe B2, cinco à classe C, um à classe D e nenhum à classe E. Quanto ao ercentual de gordura, os indivíduos da classe A2 tiveram uma média de 16,69%, enquanto que os da classe B1 29,09%. Já os que pertenciam à classe B2 tiveram uma média de 20,46%, os da classe C 21,81% e os da classe D 24,52%.

Conclusão: Os resultados iniciais obtidos neste estudo sugerem que o nível socioeconômico pode influenciar na composição corporal de escolares.

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