Nutrição e Circo. Aspectos Complementares

Por: Maria Luisa Beloto.

Introdução à pedagogia das atividades circenses.

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Resumo

São frequentes as informações que nos chegam pelos mais diversos meios de comunicação sobre os benefícios de uma boa conduta alimentar para os diversos grupos populacionais. Um grupo que se destaca são os praticantes de atividade física, que geralmente são alvos do marketing aplicado pelas indústrias de alimentos e farmacêuticas, que defendem seus interesses lucrativos de forma honesta ou não.

Os conhecimentos da Nutrição aplicada à atividade física, área das Ciências da Nutrição que estuda o comportamento metabólico dos praticantes de atividade física, em qualquer nível de prática, permitirá aos profissionais da saúde, praticantes e interessados, buscar a otimização do rendimento corporal ao mesmo preservar sua saúde. Apesar da heterogeneidade das atividades realizadas tanto pelos profissionais como por amadores, as diferentes modalidades circenses requerem muita energia, disposição e concentração. Espera-se dos artistas de circo certa agilidade, mais um motivo da necessidade de uma alimentação adequada: uma pessoa mal nutrida possivelmente apresenta aspectos físicos e emocionais abalados. Um palhaço obeso, por exemplo, poderá ter limitações físicas ao apresentar-se, pois os quilos a mais podem impedir com que se mova com destreza e agilidade no palco. Um acrobata obeso provavelmente terá a eficiência de seus movimentos mecânicos comprometida, além da estética corporal incongruente a esta modalidade. Assim como os músicos cuidam de seus instrumentos, o artista deveria cuidar de seu corpo e por tanto, da sua alimentação (Orobitg, 1995). 
 

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