O Nacionalismo na Copa de 1950: Relação da Identidade Nacional e a Organização da Copa de 50 Através dos Jornais

Por: Simone Gonçalves de Paiva.

XIV Congresso de História do Esporte, do Lazer e da Educação Física - CHELEF

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Resumo

O futebol criou uma relação muito próxima e forte com o brasileiro. Há muito tempo ele gera um conglomerado de sentimentos, principalmente durante o período de copa do mundo, quando se vê um nacionalismo estampado nas janelas, nos carros e nas camisas. A final da Copa de 1950 foi um marco importante na construção dessa relação. A derrota para o Uruguai em pleno Maracanã foi um capítulo importante na história do Futebol Brasileiro e talvez, um dos primeiros grandes fatos onde se podem observar os sentimentos que esse esporte e a Seleção Brasileira causam nos brasileiros. Assim, enquanto que o futebol amadurecia e evoluía, sua percepção junto à torcida era transformada. O brasileiro começava a vê-lo como razão e solução dos problemas. O Brasil tinha tão pouco para se orgulhar naquela época que o futebol acabou se tornando num meio equivocado de afirmação nacional. Segundo Paschoalino (2012, p.1) “...todo o processo de identificação entre o brasileiro e o futebol reproduz a construção da sociedade brasileira em que valores como a tradição e o sagrado sempre prevaleceram”. Oficialmente, o futebol pode não ser considerado um patrimônio nacional, no entanto é tratado como tal por boa parte desta nação, por de certa forma representar o jeito brasileiro de ser (PASCHOALINO, 2012).

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