O Tratamento Não Farmacológico na Hipertensão

Por: Ana Lucia Sartori, André Estevam Jaques, Gilbert Marconi e Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera.

Arquivos de Ciências da Saúde da Unipar - v.8 - 2004

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Resumo

A Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença de alta prevalência em nosso país, atingindo cerca de 20% da população adulta jovem e 50% da população idosa (OLIVEIRA et al, 2002). O conceito mais atual da doença caracteriza-a como uma condição sistêmica que envolve a presença de alterações estruturais das artérias e do miocárdio, associadas à disfunção endotelial e constrição e remodelamento da musculatura lisa vascular. Essa caracterização esta associada a mudanças no hábito de vida da população, as quais contribuíram para o aumento dos fatores de risco como o sedentarismo, estresse cotidiano, obesidade, ingesta de sódio, uso de drogas, além dos fatores de risco intrínsecos já presentes como a história familiar, idade e raça. (Kannel apud BRANDÃO et al, 2003) Este trabalho pretende avaliar o papel do enfermeiro frente ao tratamento não farmacológico da Hipertensão Arterial. PALAVRAS-CHAVE: enfermagem; hipertensão arterial; tratamento não farmacológico.

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