Oclusão Vascular Não Influencia a Atividade Eletromiográfica Quando o Exercício Resistido de Baixa Intensidade é Realizado Até a Falha

Por: Anselmo Alves de Oliveira, Fábio Lera Orsatti, Larissa Corrêa Barcelos, Paulo Ricardo Prado Nunes, Roberto Furlanetto Júnior e Tadeu Rossetti Bordignon.

37º Simpósio Internacional de Ciências do Esporte - SIMPOCE

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Resumo

Introdução: o exercício resistido de baixa intensidade (ERBI; <50% de 1RM) e realizado com oclusão vascular (OV) ou até a falha concêntrica aumenta o recrutamento de fibras musculares para manter a tensão muscular durante o exercício. Porém, não é claro o papel da OV sobre o sinal eletromiográfico do músculo esquelético quando o ERBI é realizado a Objetivo: comparar o sinal eletromiográfico dos músculos reto femoral, vasto lateral e vasto medial em diferentes protocolos de ERBI nas condições de OV realizado até a falha e sem OV de mesmo volume. Método: dez homens (18-30 anos) saudáveis foram submetidos a quatro protocolos de ERBI (1x20% de 1RM, 3x20% de 1RM, 1x50% de 1RM e 3x50% de 1RM) em cadeira extensora unilateral (perna direita), nas condições OV e sem OV, e o sinal eletromiográfico obtido dos músculos reto femoral e vastos lateral e medial. Os protocolos e condições foram realizados em dias separados, com intervalo de 48 horas, totalizando oito sessões. Os protocolos foram realizados aleatoriamente, mas cada protocolo foi executado primeiramente com OV até a falha (determinada pela falta de amplitude completa do movimento) e o mesmo volume alcançados foi aplicado no dia sem OV. O registro eletromiográfico (RMS) foi coletado (seguindo as recomendações do SENIAM) em todas as repetições de cada protocolo e calculado a média a cada 20% das repetições para as comparações (ANOVA para medidas repetidas, p<0,05). Resultados: não houve diferença na atividade elétrica do músculo quadríceps entre as condições (OV e não OV) nos diferentes protocolos de ERBI.
TABELA
Conclusão: não há diferença na atividade elétrica do músculo quadríceps entre as condições (OV e não OV) nos diferentes protocolos quando o ERBI sem OV é realizado com o mesmo volume do ERBI com OV realizado até a falha. Assim, mais pesquisas são necessárias para determinar a necessidade da oclusão vascular nas adaptações do músculo esquelético
 

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