Os Grandes Jornalistas Esportivos do Maranhão

Por: .

Atlas do Esporte do Maranhão.

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DEJARD RAMOS MARTINS

1923 - nasceu em 14 de julho, na cidade de Manaus; filho de Joaquim de Souza Martins e de Analide Ramos Martins (esta, maranhense).

1935 - a família está de volta ao Maranhão, estabelecendo-se na cidade de Tutóia; o jovem Dejard já estava ligado ao esporte, por influência do pai.

1940 – nomeado diretor de futebol do Sampaio Corrêa;

1944 - devido aos seus conhecimentos sobre esportes, inicia a carreira como locutor esportivo, na rádio Timbira, de onde foi diretor; fundador da Associação dos Cronistas Esportivos e Locutores do Maranhão - ACLEM -.

1951/1960, promoveu as eliminatórias da Corrida Internacional de São Silvestre, como correspondente do jornal "A Gazeta Esportiva".

1965 – prefeito de São Luis. De acordo com BUZAR (2000), o jornalista Dejard Martins foi nomeado pelo governador Newton Bello para o lugar de Costa Rodrigues; Dejard que exercia o cargo de secretário municipal da Administração. Quando assumiu o cargo, a 02 de julho de 1965, supunha-se encerrado o ciclo dos prefeitos nomeados pelos governadores, o que vinha acontecendo desde 1922. Permaneceu no cargo até 16 de outubro do mesmo ano, quando assumiu Epitácio Cafeteira, eleito em pleito direto conforme emenda constitucional de sua própria autoria.

1989 – lança "Esporte - um mergulho no tempo".

Fontes: BIGUÁ, Tânia, BIGUÁ, Edivaldo Pereira. Onde anda você ? O eterno Dejard Martins. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, Segunda-feira, 2 de fevereiro de 1998, p. 3, Caderno de Esportes; BUZAR, Benedito. Os prefeitos de São Luís no século XX. O ESTADO DO MARANHÃO, 1º de outubro de 2000, p. 12. Caderno Especial. MORRE O JORNALISTA DEJARD MARTINS. O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, 8 de novembro de 2000, Quarta-feira, p. 2. Caderno Cidade.

MAURO BEZERRA – Mauro de Araújo Bezerra

1940 – nasceu em 12 de fevereiro, em Icó-CE; casado com Mirtes Rodrigues Bezerra, tinha duas filhas, Martha e Eliana, e três netos. Formado em Jornalismo, iniciou suas atividades na Rádio Club de Teresina, atuando como reportes, locutor esportivo e comentarista, passando depois a diretor de jornalismo e diretor administrativo. Em São Luis, exerceu importantes cargos nas esferas estadual e municipal, sendo militante do PDT por mais de vinte anos, assessorando o então prefeito de São Luís, Jackson Lago, nas duas administrações, como chefe de gabinete e outros cargos. Eleito duas vezes deputado estadual. Atualmente, exercia o cargo de Secretário de Esportes do Governo do Maranhão. Auditor fiscal do Município de São Luis aposentado. Como jornalista esportivo, foi integrante da ACLEM  - Associação dos Cronistas Esportivos do Maranhão -, diretor de redação do extinto “O Jornal”. Faleceu em 16 de novembro de 2007.

1963 – vem ao Maranhão a convite do jornalista Dejarde Ramos Martins, então diretor da Rádio Timbira do Maranhão, emissora oficial do Governo do Estado; mais tarde torna-se diretor da emissora, quando o então governador Newton Bello deu-lhes - a Dejarde e a Mauro - carta branca para que fizessem uma reformulação na rádio. A partir da reestruturação da Radio Timbira, Mauro assume o cargo de Diretor de Jornalismo e praticamente criou uma escola de radiojornalismo e telejornalismo no Maranhão. Passou a comandar, junto com Dejarde,  uma das maiores equipes do rádio maranhense – e do norte-nordeste – que incluiu nomes como Murilo Ferreira, Carlos Lemos, Werberth Teixeira, Fernando Sousa e Walber Martins, o “Canarinho” (irmão de Dejarde...). Dessa equipe, ainda fizeram parte Herbeth Fontenele (seu amigo de infância, também trazido de Teresina na mesma época); Rui Dourado, Fernando Junior, Edvaldo Assis, Raimundo Coutinho, Concita Castro, Jámenes Calado, Helena Leite, Edvan Fonseca, Alfredo Menezes, João Ferreira, Josué Furtado, Haroldo Silva.

Mauro costumava falar que viera ao Maranhão para passar 30 dias e acabou ficando durante mais de 40 anos.

? – membro nato do Conselho Deliberativo do Sampaio Correia;

1965/1982 – torna-se diretor de jornalismo e coordenador geral da Rádio e TV Difusora do Maranhão;

1967/1969 – secretário de imprensa do Município de São Luis

1969 – Diretor de Turismo do Município do Maranhão;

1974/1978 – primeiro mandato como deputado estadual

1980 – Secretario Regional do PMBD

1983/1987 – Deputado estadual pelo PMBD, líder da bancada na AL

1985 – Presidente do PMBD;

1986/1987 – Presidente do SIOGE;

1989/2001 – secretário-chefe do Gabinete do Prefeito de São Luis, Jackson Lago;

1992 – abril - prefeito em exercício do Município de São Luis

2003/2007 – nova eleição para a Assembléia Legislativa

2006/2007 – Secretario de Estado de Esportes

2007 – falece em 16 de novembro.

[Conhecia Mauro há mais de 27 anos, quando me mudei para o Recanto dos Vinhais. Seu irmão Marcelo é meu vizinho até hoje. Conversamos muito, nesses anos, sobre política e especialmente sobre esportes, quando tomei conhecimento que era (fora) jornalista esportivo. Convidei-o a escrever sobre seu grande amigo Dejarde Ramos Martins – foi Mauro quem me apresentou ao maior dos jornalistas esportivos do Maranhão, e o principal historiador do esporte maranhense, quando Chefe de Gabinete de Jackson Lago; logo depois, Dejarde morre e procurei Mauro para escrever o capitulo sobre o jornalismo esportivo no Maranhão, para o Atlas do Esporte. Agradeceu, dizendo que não teria tempo, mas se comprometia a escrever sobre Dejarde... a promessa não foi cumprida...

J. ALVES - José Faustino dos Santos Alves

1944 - Nascido em Águas Belas, povoado de Guimarães, hoje, Cedal, em 15 do fevereiro, filho de Firmino Santiago Alves e Raimunda Roclinda dos Santos Alves.

Década de 1960 – inicia sua carreira na Rádio Timbira, redação comercial;

1962 -entramos na Rádio Difusora, e aí sim começamos a desempenhar a função de repórter; no jornalismo esportivo começou na mesma época, pois porque aí, rádio normalmente você, o jornalista faz de tudo, e principalmente quando ele fala, porque há uma diferença do repórter do jornal para repórter de televisão, e o de rádio, que o jornal, um só escreve, e o rádio, ele não só redige, como fala também, então o programa do repórter de rádio era mais, ele faz de tudo, ele faz casamento, ele faz enterro, faz esporte, política, Educação, Economia, tudo, então em 62 nós começamos com o jornalismo, propriamente dito e aí, entra tudo, agora a gente chegou, mais para o lado do esporte, e hoje a gente pode ser conhecido, mais exatamente nessa área.

Os esportes na década de 60 - nós tínhamos aqui inclusive, a Olimpíada  Estudantil... eu já tive conhecimento a partir de Carlos Vasconcelos e Mary Santos. Inclusive, com o Carlos Vasconcelos, dirigindo essa competição, nós tivemos a honra de ser vice-campeão olímpico, pelo Liceu, na modalidade de Futebol, disputando como sempre com a Escola Técnica Federal; hoje CEFET... a competição para sua época era, o que é a competição que hoje se realiza, que são os Jogos Escolares Maranhenses, ela tinha a mesma importância que o JEM’s tem agora, agora o número de participantes era muito menor, também não poderia deixar de ser, não poderia ser diferente, é hoje a coisa cresceu se modificou, principalmente quando o Cláudio Vaz assumiu, a Coordenadoria de Esporte de Prefeitura, foi que começou a mudar, porque ele tirou essa história de olimpíadas e colocou Jogos Esportivos da Juventude, realizou dois e a partir do segundo apareceu, um moço chamado professor Dimas, que já vivia no meio a muito tempo e graças a uma viagem que ele fez a Belo Horizonte se não me falha a memória, para assistir aos Jogos Brasileiros foi, viu, trouxe a informação possível dessa competição Nacional, que era promovida pelo Ministério da Educação e a partir da sua volta no ano seguinte, já foram realizados não os terceiros jogos esportivos da juventude, mas sim os primeiros Jogos Escolares Maranhenses, em cima da sigla da competição Nacional que é JEB’s, então eles só tiraram o B de Brasil e botaram M de Maranhão, nos Jogos Escolares Maranhenses, aliás Jogos Estudantis Maranhenses, que era Jogos Estudantis Brasileiros, depois Jogos Escolares Brasileiros (risos) passou para Jogos Esportivos da Juventude e hoje já tem um monte de confusão, cada ano eles mudam. Hoje tem Olimpíada, tem jogos da Juventude, tem mais não sei o que.

1971/72 - Festivais Esportivos da Juventude - foram dois realizados, a partir do terceiro ao invés de ser Festival, a partir daí começou a se chamar de Jogos Estudantis Maranhenses; Terceiro, o FEJ’S, e aí colocaram primeiro o JEM's.

1980 - entra para a faculdade, para fazer o curso de jornalismo; já era jornalista registrado, tinha a prática, e foi buscar a teoria na Universidade Federal do Maranhão.

Primeiro programa esportivo transmitido pela TV - eu sai em 79 da Difusora, quer dizer em 80 eu já estava na TVE e a gente transmitiu direto do Costa Rodrigues , a não ser que ele  (Biguá) tenha feito antes e eu acredito que não, nós fizemos, não foi nem uma transmissão, não foi nem a competição toda, nós fizemos uma transmissão, inclusive que o distinto que dirigia a Difusora, na época ficou muito puto, porque a modalidade todinha era assistindo o jogo e ele gostava era muito de mim, para não dizer ao contrário, então ficou satisfeito da vida, que foi uma beleza, depois Biguá, fez umas transmissões e tal agora, honestamente eu não sei se foi, a primeira transmissão foi dele, eu sei que a Educativa fez e foi comigo, não sei se a dele foi primeira, eu acredito que não.

TVE - nós ficamos, na Rádio Difusora, na radiodifusão até 79/80, e em 80 ingressamos na TVE. A TVE já tinha o espaço dedicado ao esporte, tinha um programa semanal de esportes, quando eu entrei, eu entrei mas para o jornalismo propriamente dito, quer dizer num programa de política, apesar que no telejornal também entrava de tudo, esporte, notícia, não alterou nada, nós continuamos a fazer a mesma coisa, as transmissões esportivas, a gente conseguiu fazer, no momento dos jogos escolares maranhenses, e a gente teve a oportunidade de transmitir do Costa Rodrigues, isso ao vivo, mas fora isso a gente, fazia a cobertura normal de todos os acontecimentos esportivos.

Sobre profissionalismo - veja só, nesse caso é fácil você fazer, agora depende muito do profissional, eu quando resolvi o curso de arbitragem de Basquete resolvi passar o mês treinando Handebol, para aprender a regra, eu fiz isso simplesmente porque isso antes eu ouvia as transmissões, e principalmente de Basquetebol, porque o Handebol, a gente não tinha aqui, mas o Basquete já acontecia, e a gente ouvia as transmissões, mais antigas do Basquete, e quando você começa a conhecer e que vai ouvir, assistindo o jogo, você fica naquela de quase não se segurar no lugar, porque o juiz tá marcando uma coisa e narrador diz outra, simplesmente porque ele não sabe a regra, então a razão pela qual eu fui fazer o curso. No brasileiro de Basquete, em Curitiba, e lá normalmente esses Campeonatos Brasileiro eles fazem um curso de padronização de arbitragem, para que, do jeito, que o juiz, toma determinada decisão, os outros possam tomar no lance a mesma decisão, para não ter discrepância, então como eu fui acompanhado a delegação nossa, daí eu não tinha nada para fazer fora do jogo, eu também me inscrevi, fez o curso de padronização de arbitragem, no dia seguinte normalmente a gente discutia a arbitragem dos arbitros que tinham atuado e pude fazer critica a árbitros consagrados, inclusive, e isso eu vibrei comigo mesmo, foi exatamente o problema que eu levantei, que os outros árbitros não concordaram, e o próprio árbitro concordou depois, é sinal de que eu tinha aprendido alguma coisa, então depende muito do profissional, se você quer, eu acho que inclusive, todo e qualquer setor, se você é professor de Educação Física que você ainda não conhece, para conhecer e poder aplicar dentro do seu trabalho, no dia-a-dia, certo, então o mesmo caso é o nosso eu acho que se você quer fazer a coisa séria, você gosta daquilo que faz, então você procura se aproximar, nesse caso eu faço desde que o profissional queira fazer, contrário... tem um caso engraçado, na época da Difusora, eu e Fontenelle, lembro um programa de esporte, ao meio-dia, horário nobre aliás era doze e quinze, e tinha um senhor que tinha vindo do Pará, e era responsável pela direção artística da rádio, o programa dia de sábado, e ele era de segunda a sábado aos sábados, normalmente você tinha uma quebra de informações do esporte amador, dos bairros, então esse jogo de periferia, a macacada mandava a nota toda para lá e escalação dos times, tudo bonitinho, só que nessa escalação, tinha uns apelidos sem-vergonhas, que era uma graça, então nós fomos lendo no programa, e Fontenelle é uma besta para sorrir, começamos ali o programa, lá para as tantas ele começou a rir, lendo a escalação dos times, ele começou a rir, e eu me segurando, aqui para levar a coisa, só que teve uma hora, que não deu para segurar o miserável, riu tanto que ai, os dois riram... ai, o seu Fernando Costa que era Diretor, estava ouvindo o programa na sala dele; terminou o programa beleza, quando nós íamos descendo, a escada, ele estava exatamente no pé da escada, e disse: os dois na minha sala, ai disse: me diz uma coisa esse programa e de esporte ou de humorista ? ai Fontenelle, não chefe sabe o que é, e que tem apelidos. Apelido, uma ova, ai mandou um palavrão, lá. Vocês são profissionais, tal e tal; e por escrita, se você riu no próximo final de semana, nós também sorriremos, nunca mais, mas se ele não faz isso, a gente ia continuar sorrindo toda vez que lesse um apelido engraçado, então é esse o problema, não orientam é a garotada fazendo uma série de bobagens ai, então se ele quiser realmente fazer isso, ele tem que puxar por ele, vai ter em Seminário, que a Rádio ou a Televisão me mande ou não, mas eu vou ter um tempo eu vou lá, então vai depender muito dele, mas não há, dificuldade para cobrir esporte principalmente quando você gosta de esporte, eu acho que é um trabalho extraordinário para você fazer.

BARBOSA FILHO – Jaime Lopes Barbosa

1921 – não se tem certeza do local de seu nascimento, se em São Luís ou se em Guimarães;faleceu em 2007.

1939 – inicia sua carreira de comentarista esportivo na Rádio Timbira do Maranhão, então comandada por Gerson Tavares, aos 18 anos de idade.

Década de 1940 – muda-se para Fortaleza, contratado pela Rádio Iracema

1948 – transfere-se para a Ceará Rádio Clube, emissora da rede Diários Associados, de Assis Chateaubriand.

1950 – é contratado para narrar a Copa do Mundo de 1950, pelos Diários Associados do Rio de Janeiro, pela Rádio Tamoio, comandada por Ari Barroso, através de concurso entre os narradores e cronistas esportivos dos Diários Associados. Virou comentarista esportivo.

1950/51 – terminada a Copa do Mundo, retorna para Fortaleza, trocando-a meses depois pela Rádio Sociedade da Bahia, permanecendo ali até o final de 1951.

1952 – contratado pela Rádio Jornal do Comércio, de Recife.

1954 – passa-se para a Rádio Bandeirante, de São Paulo, da família Saad, onde fica  até 1963

1963 – Sai da Rádio Jornal de Comercio/Bandeirantes para dirigir a Rádio Excelsior, levado por Edson e Murilo Leite; a Excelsior era uma verdadeira potencia do rádio esportivo brasileiro, tendo em sua equipe Mário Moraes, Flávio Araújo e Geraldo José de Almeida.  Passado pouco tempo, retornou para a Bandeirante, assumindo a coordenação da Cadeia Verde-Amarela daquela rádio paulista dos Saad;

1965 – com a fuga de diversos profissionais, desfalcando a Rádio, Barbosa Filho reassume sua carreira de comentarista, a pedido de Murilo Leite. Seu slogan era: ‘o comentarista que veio do Norte para agradar o Brasil inteiro’. Permaneceu na Bandeirante até 1973.

1973 – é contratado por Milton Peruzzi para a Rádio Gazeta de São Paulo, como comentarista. Passa a participar da primeira mesa redonda da teve paulista: ‘Futebol é com o Onze’.

197? – contratado para comandar a Rádio Clube de Pernambuco, do Recife, transmitindo as Copas da Argentina, em 1978; da Espanha, em 1982; e do México, em 1986.

1989 - Sob o comando da Super Rádio Tupi de São Paulo, Barbosa Filho tira da Rádio Jovem Pan, em 1989,a Rede Brasileira de Esportes, integrada Rádio Clube de Pernambuco e Rádio Tamoio do Rio de Janeiro. Esse esquema perdurou até 1992.

1992 – Barbosa Filho assume o comando da Rádio Record de São Paulo, função que exerceria até 1998.

2007 – faleceu na madrugada de 12 de julho, vítima de câncer. Estava aposentado e morava em Vinhedo-SP. Era casada do Luci (irmã do senador Cristóvam Buarque). Deixou quatro filhos: Luciano Buarque Barbosa, Ricardo Frederico Buarque Barbosa, Jaime Lopes Barbosa Filho, e Christianne Buarque Barbosa. (Fonte: OLIVEIRA RAMOS, José. Barbosa Filho – ‘o comentarista que saiu do Maranhão para agradar o Brasil inteiro’. JORNBAL PEQUENO, São Luís, domingo, 21 de outubro de 2007, Caderno de Esporte, p. 18)

EDI GARCIA - Edivaldo Garcia - Jornalista

1946 – nascido em São Luís

- antes de abraçar a carreira de jornalismo, destacou-se como atleta amador de futebol, atuando por várias equipes de bairro, começando pelo Red River do Apicum; jogava onde o convidavam,

1962 – aos 16 anos, começou a carreira de jornalista, na Rádio Ribamar, convidado por José Nunes e Jairo Rodrigues, para ser foca – ia atrás de notícias e entregava para o locutor transmiti-la. Em pouco tempo tornou-se profissional, no programa esportivo Marcha do Esporte, que ia ao ar de segunda a sábado, das 18:30 as 19:00 horas.

Depois da Ribamar, passou pela Difusora e escreveu no jornal O Estado do Maranhão, Jornal de Hoje, O Povo do Maranhão,Diário do Povo, além de programa na TV Difusora e TV Ribamar (hoje, Cidade).

1967 – estava jogando pelo Tupan da Madre Deus, sendo campeão amador da Pule B;

LIMA COELHO - Carlos Alberto Lima Coelho

1945 - Carlos Alberto Lima Coelho, nascido em São Luis, em 15/03/45, filho de    e de     ; casado com    , possui quatro filhos:

(datas – emissoras - - Jornalista e Radialista, tendo trabalhado em quase todas as emissoras de rádio e televisão e jornais de São Luis. Foi o pioneiro na veiculação de matérias locais através da Rede Globo de Televisão, como repórter da TV Difusora de São Luis, onde desempenhou também o cargo de Diretor de Jornalismo.

(datas – emissoras – programas) Cronista Esportivo, atuando como narrador de futebol pela TV; Comentarista Esportivo e locutor Apresentador de Programas jornalísticos em rádios e TVs.

(DATA - Foi Superintendente de Produção e Programação e Diretor Geral Substituto da Fundação Roquette Pinto – TVE/MA, até aposentar-se.

INSTITUIÇÕES A QUE PERTENCE - Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luis; Associação dos Cronistas e Locutores Esportivos do Maranhão; Associação Maranhense de Imprensa; Associação Maranhense de Escritores; Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, tendo participado do Nono Ciclo de Estudos de Política e Estratégicas; Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão; Academia Atheniense de Letras e Artes de São Luis  Confraria dos Poetas do Brasil;

2003 – membro da Academia de Letras do Brasil, Cadeira nº 01 ALB/MA, com sede em Brasília, diplomado como membro Fundador Vitalício, em 13 de maio de 2003; -

 Academia Maçônica Maranhense de Letras ; - Instituto Histórico da Maçonaria Maranhense ; - Membro da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Godofredo Viana n 1474  - Secretário Adjunto de Interior e Relações Públicas do Grande Oriente do Estado do Maranhão – Goema – tendo se afastado para assumir a venerança de sua loja - Venerável Mestre da A. R. L S. Godofredo Viana nº 1474  Diretor de Comunicação do HIMM, dentre outras atividades.

TÍTULOS E HONRARIAS - (data) - Medalha e Diploma do Mérito Esportivo Rubem Goulart  (Secretaria de Estado de Esporte e Lazer); Medalha e Diploma Simão Estácio da Silveira (Câmara Municipal de São Luis);Medalha e Diploma Amigo do Exército Brasileiro (24º Batalhão de Caçadores/São Luis/MA.); Medalha e Diploma da Confraria dos Poetas do Rio Grande do Sul; Diplomado como Mestre Maçon ( em 13/12/76 – GOB)

2008 - Atualmente dirige o Departamento de Jornalismo da TVE/MA, como celetista e apresenta um programa semanal, aos domingos,à noite, onde debate os assuntos esportivos da semana.

FONTES: VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. Primeiras manifestações do lúdico e do movimento no Maranhão Colonial in SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, XVIII, São Caetano do Sul- SP, outubro de 1992. ANAIS ...  São Caetano do Sul :  CELAFISCS : UNIFEC, 1992, p 27. VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. Primeiras manifestações do lúdico e do movimento no Maranhão Colonial. in CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE, VIII, Belém-Pa, setembro de 1993. ANAIS ... . Belém : UFPA, 1993, p 137. VAZ, Leopoldo Gil Dulcio. Atividades de lazer no Maranhão - século XVII. ENCONTRO NACIONAL DE RECREAÇÃO E LAZER, VII, 1995a, Olinda-Pe, ANAIS ...

MATOS, Marcos Fábio Belo. Rádio-saudade registrada em livro. O Estado do Maranhão, São Luís, domingo, 7 de julho de 2005, p. 3

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