Parques Acessíveis? Um Estudo Sobre o Uso Desses Espaços Pelas Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida

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XXV ENAREL - Encontro Nacional de Recreação e Lazer

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Resumo

Este trabalho discute a temática Acessibilidade em Parques. A ideia do tema surgiu com experiências pessoais, pela falta de visibilidade na mídia a respeito das Paraolimpíadas e, o fator decisivo, a falta de pesquisas com esta temática. Com base na legislação específica sobre acessibilidade e, principalmente, utilizando os princípios do Desenho Universal (igualitário, adaptável, óbvio, conhecido, seguro, sem esforço e abrangente) e os parâmetros da Norma Técnica Brasileira 9050:04, que “estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade; foram analisados seis parques da zona leste de São Paulo, indicados pelo livro “Horizontes culturais: lugares de aprender:Parque Santa Amélia (no bairro Itaim Paulista), Parque Chácara das Flores (em Guaianazes), Parque Chico Mendes (Itaim Paulista), Parque Piqueri (no Tatuapé), Parque Raul Seixas (Itaquera) e Parque Ecológico do Tietê Núcleo Engenheiro Goulart (em Ermelino Matarazzo) e constatou-se que nenhum deles está acessível a todas as pessoas, mesmo com algumas tentativas de adaptação do espaço físico, é difícil recomendar qualquer um desses parques a uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação.

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