Percepção do Estado de Saúde, Estilos de Vida e Doenças Crônicas: Uma Comparação Entre Brasil e Estado de São Paulo

Por: Carlos Roberto Almeida França, Edney Cielici Dias e Irineu Francisco Barreto Junior.

1ª Análise - Seade - n.33 - 2015

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Resumo

O texto aborda aspectos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013, realizada pelo IBGE, relacionados aos temas autoavaliação do estado de saúde da população, estilos de vida e diagnóstico de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), em perspectiva comparada entre o Brasil e o Estado de São Paulo.

Sumário Executivo

• Os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do IBGE, revelam que, no Estado de São Paulo, 71,8% das pessoas com mais de 18 anos autoavaliaram sua condição de saúde como boa ou muito boa. Esse patamar situa a população paulista entre as que registraram as melhores autoavaliações de saúde no Brasil.

• Quanto à prática de atividade física, 48,0% dos adultos de São Paulo foram classificados como insuficientemente ativos. As mulheres registraram percentual maior de inatividade, em compara- ção com os homens, e essa insuficiência de atividade física eleva-se à medida que aumenta a faixa etária.

• Entre os paulistas considerados fisicamente ativos, a PNS revelou que essa condição decorre de atividades no trabalho (32,6%), deslocamentos para atividades habituais (30,1%), lazer (23,5%) e trabalhos domésticos (17,5%).

• Verificou-se maior proporção de homens fisicamente ativos em virtude de atividades no trabalho e no lazer, enquanto as mulheres registraram maiores índices em decorrência da realização de atividades domésticas. 

• As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) adquirem maior relevância com a transição demográfica e o envelhecimento populacional, sendo significativamente referenciadas pelos paulistas.

• No contexto geral da tendência de envelhecimento da população, o aumento do diagnóstico de adoecimento relacionado ao avanço na idade dos entrevistados, especialmente no grupo a partir dos 60 anos, mostra-se ainda mais relevante como indicativo da necessidade de políticas públicas voltadas a esse público.

• As mulheres registraram maiores proporções de diagnósticos de hipertensão arterial, colesterol, asma, problemas crônicos de coluna e depressão.

Endereço: http://www.seade.gov.br/11067/

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