Perfil de Crescimento de Crianças do Sul e Nordeste do Brasil

Por: Fernando Copetti, H. J. Medeiros, J. Vargas, Maria Irany Knackfuss, e Zenite Machado.

VI Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa

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Resumo

O estudo do crescimento infantil tem despertado a atenção de estudiosos envolvidos com a questão da saúde da criança. Muitos estudos tem buscado investigar o perfil de crescimento de crianças, enfatizando algumas características sócio-culturais da região em que essas crianças estão inseridas (Dockhorn, 1996, Copetti & Krebs, 1997). Embora haja essa preocupação com o contexto, esses estudos concentram a sua discussão nas características mais evidentes do processo de crescimento, com uma predominância da referência a dados quantitativos. O paradigma bioecológico proposto por Bonfenbrenner(1992) oferece novas perspectivas para a investigação em desenvolvimento humano e, consequentemente, para o estudo do perfil de crescimento de crianças e adolescentes. Esse paradigma pressupõe duas condições: (a)as propriedades da pessoa devem ser vistas em uma perspectiva ecológica; (b)os elementos do contexto devem ser interpretados em uma abordagem desenvolvimentista. Enquanto as propriedades da pessoa dizem respeito às variáveis psicossomáticas, os parâmetros do contexto são interpretados como um sistema ecológico, em que as dimensões micro-, meso-, exo-, e macrossistêmicas mantém uma relação de constante interdependência. Com base nesse paradigma bioecológico, podemos interpretar o crescimento físico como uma propriedade da pessoa em desenvolvimento, e devemos investigar a relação entre essa propriedade e os contextos ecológicos que envolvem essa pessoa. O estudo do crescimento infantil tem despertado a atenção de estudiosos envolvidos com a questão da saúde da criança. Muitos estudos tem buscado investigar o perfil de crescimento de crianças, enfatizando algumas características sócio-culturais da região em que essas crianças estão inseridas (Dockhorn, 1996, Copetti & Krebs, 1997). Embora haja essa preocupação com o contexto, esses estudos concentram a sua discussão nas características mais evidentes do processo de crescimento, com uma predominância da referência a dados quantitativos. O paradigma bioecológico proposto por Bonfenbrenner(1992) oferece novas perspectivas para a investigação em desenvolvimento humano e, consequentemente, para o estudo do perfil de crescimento de crianças e adolescentes. Esse paradigma pressupõe duas condições: (a)as propriedades da pessoa devem ser vistas em uma perspectiva ecológica; (b)os elementos do contexto devem ser interpretados em uma abordagem desenvolvimentista. Enquanto as propriedades da pessoa dizem respeito às variáveis psicossomáticas, os parâmetros do contexto são interpretados como um sistema ecológico, em que as dimensões micro-, meso-, exo-, e macrossistêmicas mantém uma relação de constante interdependência. Com base nesse paradigma bioecológico, podemos interpretar o crescimento físico como uma propriedade da pessoa em desenvolvimento, e devemos investigar a relação entre essa propriedade e os contextos ecológicos que envolvem essa pessoa.

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