Políticas de Intervenção: a Experiência do Agita São Paulo na Utilização da Gestão Móbile do Modelo Ecológico na Promoção da Atividade Física

Por: D Andrade, , J Guedes, L. Oliveira, M Ribeir, , e .

Revista Brasileira de Ciência & Movimento - v.13 - n.3 - 2005

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Resumo

Na procura de estratégias para combater o aumento do perfil sedentário da – população mundial, vários modelos têm sido desenvolvidos. Entre esses está o modelo ecológico proposto por Sallis e Owen em 1997. Este modelo considera os fatores intrapessoais, os do ambiente social, assim como o ambiente físico, natural e construído. Fatores intrapessoais compreendem os demográficos, biológicos, afetivos e aspectos comportamentais. Os componentes do ambiente social incluem: clima social, apoio comportamental, cultura, políticas governamentais ou incentivos e políticas de recursos destinados à atividade física. Clima e geografia estão entre os fatores do ambiente físico natural, enquanto entre os componentes do ambiente físico construído temos: informação, urbanização, arquitetura, transporte, recreação e infraestrutura de entretenimento. Cada um desses componentes tem sido selecionado como foco de intervenção de inúmeros programas, entretanto, gerenciar diferentes fatores do modelo ao mesmo tempo é pouco usual. Sendo assim, o objetivo deste artigo é apresentar como o Programa Agita São Paulo tem tentado gerenciar todos esses componentes de uma forma sincronizada, usando o conceito de gestão móbile. Neste modelo, quando um componente é focado, ocorre um desequilíbrio de todo o sistema. Durante 7 anos de experiência do Programa Agita São Paulo, estratégias de parceria têm sido desenvolvidas (atualmente constituída de mais de 300 instituições) o “conceito móbile” tem sido implementado para trabalhar contra a esse desequilíbrio. Este modelo sugere que mudanças substanciais no comportamento social não irão ocorrer a menos que uma intervenção compreensiva engaje simultaneamente diferentes componentes do modelo ecológico. Para este estilo de gerenciamento, o uso de parcerias estratégicas é de extrema importância, desde que instituições com experiência em um dos determinados componentes do modelo aumenta a chance de sucesso da intervenção.

Endereço: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/652/662

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