Prática de Atividade Física em Idosos:autoeficácia, Benefícios e Barreiras Percebidas

Por: Fabiany Calixto de Sousa.

72 páginas. 2014 00/00/0000

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Resumo

A prática de atividade física é um comportamento determinante para as condições de saúde, funcionalidade e qualidade de vida do idoso. Objetivo: Investigar se os fatores autoeficácia (AE) percepção de benefícios (PBE), percepção de barreiras (PBA), e idade são preditores do comportamento fisicamente ativo de idosos atendidos no Programa de Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa da Secretaria de Saúde na Regional de Sobradinho – DF. Métodos: O estudo foi de corte transversal e incluiu inicialmente 150 idosos (69,49±6,83 anos). O comportamento fisicamente ativo foi descrito através dos Estágios de Mudança de Comportamento (EMC), Nível geral de atividade física (NAF) e Nível de exercício, esporte e lazer (NEEL). Para mensurar tais variáveis foram utilizadas a Escala de Mudança de Comportamento para a prática regular de atividade física e o Questionário Internacional de atividade física adaptado para idosos. Para verificar PBE e PBA foi utilizada a Escala de Percepção de Benefícios e Barreiras para a Atividade Física e para a AE, a Escala de Autoeficácia para a prática regular de atividade física. Para a comparação de AE, PBE, PBA entre idosos em diferentes EMC foi utilizado o teste Kruskal-Wallis. Para verificar o poder preditivo da AE, PBA, PBE e idade no NAF (n= 120) e NEEL (n=71) foram construídos dois modelos de Regressão Múltipla Linear, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: PBA (H(4)=19,24; p=0,001) e a AE (H(4)=44,86; p<0,001) foram estatisticamente diferentes entre idosos em diferentes EMC. Essas diferenças ocorreram entre os estágios em que a característica de realizar e não realizar o exercício físico é marcante. O modelo investigado para o NAF prediz 12% da variância deste fenômeno na amostra, tendo AE (β=0,299; p<0,01) e Idade (β=-0,220; p<0,05) como preditores significativos, enquanto o modelo do NEEL prediz 23% da variabilidade do fenômeno na amostra, tendo apenas a AE (β =0,428; p<0,01) como preditor significativo. Conclusão: Este estudo confirma o papel de destaque da AE no comportamento fisicamente ativo de idosos. A PBA se diferenciou em idosos em diferentes EMC, contudo a sua relação com o NAF e NEEL precisa ser melhor investigada considerando barreiras específicas do público idoso. Relações diretas entre PBE e o NAF e NEEL não foram encontradas.

Endereço: http://googleweblight.com/?lite_url=http://repositorio.unb.br/handle/10482/16719&lc=pt-BR&s=1&m=638&host=www.google.com.br&ts=1513867101&sig=AOyes_RiTYjMOBAsKyIVQL377j-43vJcNg

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