Prevalência do Treinamento Pliométrico no Atletismo

Por: D. P. Miranda e F. A. I. Pereira.

IX Congresso Internacional de Educação Física e Motricidade Humana XV Simpósio Paulista de Educação Física

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Resumo

O treinamento pliométrico tem sido um método muito utilizado para ganhos de força em esportes que utilizam potência muscular, o atletismo por sua característica peculiar abrange diferentes capacidades físicas, fazendo da pliometria uma estratégia atraente e acessível, tanto para equipes de baixo poder aquisitivo quanto para atletas de alto nível, isso se deve ao fato de ser um método de fácil aplicação e que não depende de grande infraestrutura. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência do treinamento pliométrico no atletismo competitivo. Para tanto, foi realizado um estudo de campo em competições de diferentes níveis nacionais e internacionais. A amostra contou com 28 atletas sendo 13 mulheres e 15 homens com idade entre 18 e 35 anos, incluindo velocistas, fundistas, saltadores, lançadores e arremessadores, todos responderam a um questionário que investigou se o atleta sabe o que treinamento pliométrico, se já utilizou e continua utilizando, e para aqueles que utilizam foi perguntado sobre a frequência semanal, para aqueles que não sabiam o que é pliometria foi dada uma explicação breve. Dos 28 atletas investigados apenas três não sabiam o que é treinamento pliométrico, neste caso foi dada uma explicação breve, 26 já utilizaram este método, 25 continuam utilizando, inclusive para a competição em questão, sendo que sete deles fazem exercícios pliométricos uma vez por semana, 14 deles duas vezes por semana e três deles utilizam esses exercícios três vezes por semana. Os três atletas que não utilizam a pliometria são fundistas, os únicos presentes no estudo. Diante dos dados apresentados conclui-se que, a utilização do treinamento pliométrico apresenta alta prevalência no atletismo competitivo, sobretudo entre os atletas velocistas e saltadores, no entanto, entre os atletas fundistas a prevalência parece ser baixa, indicando a necessidade da aplicação de estudos semelhantes em grupos maiores de atletas fundistas.

Endereço: http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz/article/view/10060/10060

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